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Estrada do contorno... seria esta uma boa solução

Estrada desvio (chamada de contorno) de Nova Friburgo orçada em 350 milhões.
Uma obra cara, muito danosa ao meio ambiente e de pouca serventia
para a cidade.



O governo do Estado do Rio de Janeiro está para iniciar uma obra
chamada de estrada do contorno de Nova Friburgo, seguindo um projeto
orçado em mais de R$ 350 milhões. É na verdade um desvio de
aproximadamente 35 km de extensão e não um contorno à Nova Friburgo.
Se de fato se materializar unirá Muri (a 9km ao sul da cidade) a S.
José do Ribeirão (distrito de Bom Jardim) e além, e seu traçado
cortará o do Vale do Stucky, Colonial 61 e Ribeirão, e se destinará
unicamente ao tráfego pesado e outros que queiram evitar totalmente a
cidade. . Não haverá como chegar à cidade uma vez adentrado este
desvio pois ele conduzirá o tráfego diretamente a S. José do Ribeirão.
Será uma obra muito complexa, com previsão de um túnel extenso em Muri
e com grande impacto ambiental. Ela irá cortar, por mais de 30 km, uma
região das mais intocadas de Nova Friburgo composta de um vale
estreito e com grande cobertura florestal nativa. É o caso até de se
questionar como um projeto desses conseguiria liberação dos órgãos
ambientais.

Seria então, este o projeto e traçado mais adequado à Nova Friburgo?
Claro que não!!
Isto por que este projeto peca gravemente em dois aspectos:
1. Impacto negativo intenso, tanto ambiental como ao importante polo
turístico da região Muri-Stucky-Ribeirão.
O Vale Stucky-Colonial 61-Ribeirão é estreito (muito estreito em
alguns trechos), escarpado, faz parte da região contígua a Lumiar e
São Pedro e é uma das últimas áreas ainda preservadas de Friburgo e
Bom Jardim. É de grande beleza mas de topografia difícil e por isso
seu maior potencial econômico sustentável está no turismo de qualidade
com suas matas nativas, água e fauna abundantes. Tanto é que nos
últimos anos o polo turístico de Muri, um grande gerador de renda, tem
se expandido para o vale trazendo múltiplos benefícios. Esta obra irá
descaracterizar toda a região e seu traçado deixará grandes cortes
nas encostas e atravessará concentrações da mata nativa. Com certeza
este não é o lugar para passar uma rodovia de tráfego intenso que
irá agredir o que Friburgo tem de mais valioso. Este patrimônio
ambiental, através da manutenção e expansão do turismo de qualidade, é
um pilar importantíssimo para a recuperação econômica de Nova
Friburgo.
2. Contribuição nula para solução do atual tráfego caótico de N. Friburgo
Esta obra de rodovia- desvio nada contribuirá para resolver a situação
crítica do transito em Nova Friburgo. Hoje, o transito caótico e
congestionado em Nova Friburgo é gerado pelo tráfego que se encontra
ou se destina à própria cidade, tráfego esse para o qual o desvio será
totalmente inútil. Já faz tempo que o tráfego local é um problema bem
mais grave que o tráfego pesado que passa obrigatoriamente pela cidade
para outros destinos.
Portanto, o que Nova Friburgo realmente precisa é de uma via de
transito alternativa ao seu único eixo viário, que atenda tanto às
necessidades do volumoso trafego local como do tráfego (pesado ou não)
que deseja evitar a cidade.
Por esta razão foi feito um outro projeto, com traçado na forma de um
arco viário, que seria realmente uma estrada de contorno e não um
desvio. Este projeto, orçado em torno de R$ 160 milhões, evitaria a
construção do trecho Muri - S.J.Ribeirão e implicaria -- partindo
de um ponto entre a Ponte da Saudade e o Bairro Ypú -- unir a RJ 116
(rodovia Muri - Friburgo) à RJ 150 (estrada Chácara -S.J. do
Ribeirão). Uma vez atingida a RJ 150, tanto poderia o tráfego local se
voltar rapidamente para a Chácara do Paraíso, e assim chegar à todos
os bairros do norte da cidade evitando seu eixo central, como poderia
o tráfego pesado descer pela RJ 150 para igualmente atingir S.José do
Ribeirão através desta estrada já existente e aí sim seguir rumo
norte do RJ via a nova rodovia planejada. Tudo isso sendo atingido
com custo, percurso e impacto ambiental muito reduzido e ao mesmo
tempo evitando por completo o centro da cidade, assim contemplando as
reais necessidades de Nova Friburgo e do tráfego que deseja evita-la.
Mas o que se percebe, no entanto, é que o governo do Estado do Rio de
Janeiro está decidido a partir para a obra do desvio, apesar dela ser
pouco útil à cidade, custar mais que o dobro (R$ 350 milhões versus R$
160 milhões para o arco) e ter um impacto ambiental imensamente maior.
Nova Friburgo, portanto, corre um sério risco de ter uma obra viária
faraônica imposta no seu entorno degradando seu valioso patrimônio
ambiental e turístico enquanto a cidade padece de um transito
infernal que caminha a passos largos para um impasse total.
E mais, é justo exigir que uma obra tão cara estivesse intimamente
associada a uma visão estratégica de desenvolvimento da cidade de Nova
Friburgo com seus 190 mil habitantes e 90 mil carros registrados. Seu
futuro, seja como polo universitário, médico hospitalar, turístico e
outros já sugeridos e mesmo a segurança de Friburgo (vide os acidentes
climáticos recentes) dependem de um sistema viário compatível, cuja
construção jamais estará ao alcance da prefeitura local. É estranho,
portanto, que o Estado parta para um projeto tão agressivo
ambientalmente e que privilegia unicamente uma fuga da cidade ao invés
de solucionar seu gravíssimo problema viário.
Este projeto de rodovia - desvio precisa ser revisto. Lute você por
isso. É importante que as autoridades, especialmente as ambientais,
sejam duramente questionadas a respeito dessa obra para assim
preservar nosso precioso patrimônio ecológico, tão fundamental ao
nosso setor turístico, como também assegurar que nós contribuintes e
friburguenses conquistemos algo de fato indispensável para o futuro de
cidade. Cabe perguntar quando é que, uma vez gastos R$ 350 milhões num
desvio de Friburgo, irão aparecer outros milhões para resolver o
verdadeiro problema de transito da cidade?

Autorizo a reprodução e veiculação deste manifesto.
Andrew M. Hollick engº agrônomo
Presidente da Associação de Produtores, Moradores e Amigos do Stucky e
Colonial 61

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