Você Está Sendo Enganado. ANVISA, A Filha De Auschwitz

Como os carrascos nazistas vivem, reencarnados na indústria farmacêutica, química, de alimentos, impondo regras, criando doenças, nos matando aos poucos por meio das agência regulatórias como a ANVISA e o FDA

Já se perguntou sobre o porque de tantas proibições, tanto controle sobre as nossas vidas, sobre o nosso poder de decisão, sobre a nossa liberdade de escolha?
Questionou-se sobre a onda de domínio dos burocratas estatais determinando o que devemos ouvir, ver, beber, comer, como e com o que medicar-se...?

Questionou-se sobre o porque de tanta perseguição ao tabaco, enquanto milhares morrem pela droga alucinógena, pela violência, pela falta de saneamento básico. O básico...?
Já reparou no tom paternalista dos robóticos repórteres e apresentadores da TV global com a petulância de ensinar-nos até sobre de como se usar o papel higiênico?
O carro-chefe da imbecilização brasileira é mestre e o mestre dos mestres na arte de idiotizar. Em tom infantilizador, debilitante, trata o espectador como criança, um débil mental, sem discernimento. (Humorísticos(?), de auditórios, nos CQCs da vida, na música), em todos, uma única meta: Disseminar a parvoíce. Imbecilizar.

Não reparou?
Pois deveria.

São táticas e técnicas. Têm princípio, meio e fim. O domínio, a robotização, a escravidão, um governo universal. Único e ditatorial. E manobrar crianças, débeis, acríticos, é bem mais fácil.
“Freud explica”: "se se dirige a uma pessoa como e tivesse 09 anos de idade, pela sugestibilidade, ela terá, com certeza, resposta ou reação tão destituída de senso crítico quanto de uma criança de 09 anos.".



Idealizadores, criadores e mantenedores dos fornos crematórios de Auschwitz, inspiraram as agência regulatórias, como a ANVISA


E a ANVISA do título?
Como não poderia deixar de ser, o aparato, codinome Agência Nacional de Vigilância Sanitária, ANVISA, foi criado pelo agente pé-dé-chinelo entreguista, Fernando Henrique Cardoso, pela lei nº 9.782, de 26 de Janeiro de 1999.

Disfarçado pomposamente de órgão para "Proteger e promover a saúde da população, garantindo a segurança sanitária de produtos e serviços e participando da construção de seu acesso", desde então, aos moldes fascistas, passou a controlar nossas vidas nos mínimos detalhes, de um simples chá caseiro, aos rótulos dos alimentos, até a publicidade.

É mais um, dos derradeiros, capítulos de um plano diabólico. O controle da humanidade pelo estômago e pelas doenças. (cigarro comum foi um teste para medir o grau de submissão e de poder de reação do povo. E, com se viu e se vê, não tem poder algum). Tanto que, depois dessa "vitória", deslanchou-se a onda de proibições em todo o País.

ANVISA e o Império Austro-Húngaro
E por falar em fascismo, retornemos a um de seus filhotes, o nazismo. Mas, antes, passando pelo Império Austro-Húngaro e pela II Grande Guerra.
Na metade final do século 19, as nobrezas da Áustria e da Hungria, que comandavam o império, decidiram pela necessidade de regras sobre a alimentação dos súditos, o que envolvia inúmeras tradições e culturas, mais de 20, inclusive a alimentar.
A sua imposição caberia aos tribunais, as cortes, que as reforçariam com leis, decretos, normas e tudo mais. E assim foi feito em 1893. O domínio pelo estômago.
A esse conjunto de regras deu-se o nome de Codex Alimentarius, do latim, Código dos Alimentos. As regras perduraram até a queda do império, em 1918.

ANVISA, Hitler e a II Guerra Mundial
Para ascender-se ao poder, Hitler precisou de ajuda. Financeira, inclusive. E essa chegou, principalmente, via ganância empresarial, onde entram alemães, ingleses, estadunidenses, avarentos de todo o mundo.
Uma das maiores colaboradoras foi a IG Farben, abreviatura para Interessen - Gemeinschaft Farbenindustrie AG) (associação de interesses indústria de tintas S.A.), formada, entre outras, pelas poderosasAGFA, Casella, BASF, Bayer, Hoechst, Huels Kalle.
IG Farbem

Com Hitler no poder, a IG Farben transformou-se na 4ª maior e mais poderosa empresa do mundo. Com 83 mil empregados escravos, produziu os maiores horrores apresentados por Hitler, das câmaras, ao gás para os assassinatos em massa em Auschwitz; de estradas de ferro a óleo sintético; das armas químicas aos medicamentos. Quase tudo passava pelo cartel.


ANVISA e os carrascos de Auschwitz


Finda a Guerra, Inglaterra e Estados Unidos criaram um tribunal para julgar os colaboradores do governo de Adolpho Hitler. Entre os réus, a diretoria da IG Farben.



Logicamente, os sócios estadunidenses desse grupo foram deliberadamente esquecidos. Os Rockfeller que o digam.
Entre os condenados, o presidente da Farben, HermannSchmitz. Ele e a maioria dos demais 23 diretores que foram a julgamento passaram não mais do que 5 anos na prisão.
Tempo suficiente para a reciclagem das ideias nazifascistas e o seu emprego em formas e fórmulas mais sutis, mas não menos violentas, no pós Guerra.
Cumpridas as penas, transformaram-se em influentes diretores, presidentes, consultores dos maiores cartéis do mundo. De bancos, químicos, indústria farmacêutica,bélica, governos, ONU, OTAN, e todo o aparato em que poderiam ser úteis para o domínio das massas, assim como o foi Wernher von Braun, nos foguetórios bélicos.

ANVISA e o fim da medicina natural
Esses carrascos foram, em sua maioria, contratados pelos EUA e por sua filial na Europa, Inglaterra, para pensar maldade, como a de catapultar a chamada "medicina natural", já cambaleante com as regras impostas pelo cartel dos laboratórios, iniciadas bem antes, com o famigerado Relatório Flexner, nos EUA.

Com a sempre providencial compra de votos, patrocínio de candidatos, não foi difícil a aprovação de leis e decretos que praticamente invibializaram a medicina que não aquela alopata, química, imposta pela indústria farmacêutica.

Baseados em teorias do período do movimento pietistaalemão do século XVII, da relação progresso, desenvolvimento e densidade populacional, em conjunto com o "controle pelo estômago", o Codex Alimentarius dos austro-húngaros, concluíram que era possível prosseguir com a eugenia, a limpeza ética, bases do nazismo, reduzir a população mundial, e ganhar dinheiro, desta feita por meio do nutricídio (imagens fortes) e do 'farmocídio', pelos medicamentos, direta ou indiretamente.

Museu da Sacaca em Macapá, AP. O produto natural, barrado no Brasil, vai para a Europa, de onde volta em forma de pílulas
Não foi difícil estabelecer regras, regulamentos, conselhos, diretrizes sobre o assunto, a princípio de cunho voluntário.
Hoje, as crias da IG Farben são muito mais poderosas do que a criadora. E igualmente continuam com as atrocidades, ao lado das coirmãs inglesas e estaduni-denses, onde encontram-se os maiores laboratórios do planeta.
Foi questão de tempo. Após o período de teste e correção de eventuais falhas de percurso, a causa foi abraçada pelo cão de guarda-mor do sistema ou aquela coisa lá de Nova Iorque, a organização criminosa cognominada ONU que, em 1963, criou o Codex Alimentarius, com 250 normas alimentares, administrada pelas comprometidíssimas Organização Mundial da Saúde, OMS, e pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura,FAO.

ANVISA, a OMC e o Código Napoleônico
As regras para vitaminas e suplementos foram criadas em 1993. Outro penduricalho da ONU, a Organização Mundial do Comércio, OMC, participa de toda essa enganação. Veremos adiante.

O atual Diretor-Geral da FAO é o brasileiro, José Graziano da Silva, brasileiro. Não brasiliano. Nasceu em Illinois, de pais de origem italiana. Graziano tem tantas nacionalidades quanto caras. Ele, não por acaso, comandou o engodo Fome Zero, de Lula.

Graziano também comanda um dos Comitês do Codex Alimentarius (São mais de 20 regionais) e da "força-tarefa" de preparo, implantação e desenvolvimento de normas e orientações.
Ou seja, participa do grupo que reúne-se anualmente em algum dos países membros da armadilha para deliberar sobre a próxima maldade, de como vão continuar nos enganando e matando.
O objetivo oficial é o de proteção ao consumidor e defesa da saúde pública. Na prática, sob o manto e o comando do corporativismo imperial, aumentar os lucros dos gigantescos cartéis; controlar o mundo por meio dos alimentos, fome e doenças. Tudo feito por etapas, com a expansão e imposição globais, a partir do ano de 2009.

Logicamente, as orientações e normas do Codex Alimentarius não consideram a tradição, o conhecimento popular, a cultura, nada, de país algum. Em vez disso, empregam pura e simplesmente o Código Napoleônico, onde tudo que não é explicitamente permitido, é proibido!
E a quem cabe, no Brasil, nos setores de alimentação, bebida, medicamentos, explicitamente, permitir ou não alguma coisa? A quem cabe bedelhar sobre tudo, até sobre aquilo que não lhe diz respeito, como propaganda? Claro, uma Agência Governamental Reguladora, um corpo burocrático. Uma...ANVISA.

ANVISA, FDA como fonte inspiradora
Na versão estadunidense, o mesmo papel é desempenhado pela Food and Drug Administration, FDA,igualmente infestada por diretivas estranhas aos da saúde da população, alimentada por tilintantes embornais da indústria química, farmacêutica, de alimentação, e fonte inspiradora de "nossa" Agência. A ANVISA.
A Associação Nacional de Alimentos Nutricionais (NNFA),que defende os oligopolistas dos suplementos alimentares, é um dos pontos fundamentais de todo o sistema, igualmente voltada para o domínio e extermínio de parte da população. Com atrativas veniagas, cortesia dos laboratórios, como aqueles dos campos de concentração de Hitler, garantem as "normatizações" de suas vontades, assim como Codex, lá dos tempos austro-húngaro.

ANVISA: Doença e fome, um grande negócio
O País base, Estados Unidos, como sempre, e como sempre, exacerba nas distorções, nas manipulações, na desinformação, nas mentiras sobre tudo, no particular, sobre nutrição, genéticas, naturais etc., que a mídia trata de transformar em verdades absolutas, e agências, agentes, como a ANVISA, tratam de impor.

Paralelamente, os EUA executam a sua agenda de controle populacional e o Brasil, obediente, segue a risca osditames impostos, as manobras, os engodos, no eterno continuísmo de sua saga e espírito de colônia subserviente.
E isso ocorre há tempos. O leite em pó que o Brasil recebeu como dádiva do grande benemérito John Kennedy, nos anos JK, continha experimentos da pílula anticoncepcional. Foi distribuído, com mais generosidade e estrategicamente, na rica, despovoada e até hoje abandonada e entregue aos interesses estrangeiros, região Amazônica.

Ou naqueles realizados na Guatemala, onde, durante a II Guerra, pacientes de um hospital psiquiátrico foram intencionalmente infectados com sífilis (e outras doençassexualmente transmissíveis). Cobaias vivas, humanas, serviram aos experimentos médicos e científicos estadunidenses sobre a eficácia da penicilina. Tudo sob o patrocínio do próprio governo dos EUA e pelo National Institutes of Health, NIH.

A ANVISA e o câncer de mama. Programado, vai piorar
Desnecessário recorrer as estatísticas oficiais para aterrorizarmos-nos com a incidência de câncer de mama. A previsão, ainda mais alarmante, é a de que o número cresça em 75% nos próximos 16 anos, até 2030. De repente, o mal alastrou-se inexplicavelmente por todo o mundo.

Inexplicavelmente? Não. Não ocorre por acaso. É resultado de ações criminosas de empresas farmacêuticas, químicas e de alimentação, acobertados pelas "cortes", pelos "tribunais", as agências, como a ANVISA.
Cada ciclo da doença e de tratamento, em milhões de mulheres em todo o mundo, proporcionam imensuráveis lucros a esses setores, incluindo médicos.

Na Itália, já é possível vacinar-se contra o mal, logicamente, ao cartel, pelo menos por enquanto, não interessa impedir que a doença alastre-se, pelo menos até que alcancem os objetivos, eliminar parte da humanidade e arrecadem a fortuna que julgar satisfatória. Se é que isso seja possível, claro.

“O câncer de mama tornou-se uma grande fonte de arrecadação para todo o aparato da indústria farmacêutica, do médico aos laboratórios. É máquina de ganhar dinheiro, de pacientes, governantes e também dos generosos financiamentos privados para eternas "pesquisas" à procura de mais uma droga eficaz para o seu tratamento”, diz Samantha King, autora do livro Pink Ribbons (Fitas Rosas). Inc. PINK RIBBONS, INC.
Outras doenças, como a proliferação do autismo, também não são obras do acaso, como também não por acaso, as pandemias, epidemias, surtos, gripe aviária, gripe suína, AIDS, vaca louca etc.. São Epidemias Programadas.

Tudo o que não é controlado pela medicina convencional e pela indústria farmacêutica é depreciado como falso, charlatanismo ou, no mínimo, "sem comprovação científica", mesmo aqueles que, milenarmente, comprovaram-se eficazes. Todos são atirados no lixo, cabendo aos médicos convencionais cumprirem seu papel de assustar o paciente e desmoralizar o conhecimento popular, o senso comum. Logicamente, endossados, reforçados, oficializados pela ANVISA.


ANVISA e a dependência pessoal e comercial
Os EUA dominam o Codex por várias razões. As mais claras, a aparente e falsa crença de que possuem as mais avançadas tecnologias de alimentos e de medicina; pelos compromissos assumidos por governantes (O sucesso não ocorre por acaso); pela imposição econômica, pela dependência comercial, por onde entra outra arapuca do sistema, a Organização Mundial do Comércio, OMC.
Criada em 1994, a OMC precisava de uma base única, um "código", um codex, para impor as vontades ao restante do mundo. Uma lei para, como diria uma das grandes combatentes do sistema, Dra. Rita L, HARMonizar o comércio mundial - HARM significa prejudicar.
E como o Codex Alimentarius de benevolente organização alimentar só tem mesmo a aparência, seus códigos eram os ideais. Encaixam-se como luvas nas garras da OMC, mais uma fraudulenta, letal e ilegítima organização criminosa da ONU.

E quem não seguir as regras, não participa do comércio mundial. E são as regras draconianas. Assassinas, impostas, postas, ditadas pelos senhores do mundo, em particular, pelos carrascos eugenistas dos "Big 5", os 5 grandes das indústrias química, farmacológica, debiotecnia, do agronegócio, (alimentação) e da farmacêutica (medicamentos).
Seguir o "Codex" da OMC tornou-se condição sine qua non nas disputas comerciais internacionais. Seja o que for, numa disputa, quem acata o código é o vencedor. Sempre. Quem não faz parte, perde. Sempre.
Dessa forma, controlam a saúde, a doença, a vida, a morte de praticamente toda a humanidade. O controle pelo estômago.
Envenenando plantas e animais, - agrotóxicos e remédios veterinários -, os alimentos básicos, envenenam a população. Criam doenças, como o câncer de mama, entre tantos outros males. Criam epidemias, pandemias, moléstias. Promovem a destruição.
Os animais de corte recebem doses de venenos químicos, em quantidade suportáveis para eles de maneira que possam nos repassá-los pela carne que nos fornece. Isso envenena-nos, aos poucos. Lembra-se do velho adágio "o que não mata engorda"? Agora, fazem os dois. A obesidade está aí.
O País que não "envenena" seu gado, por exemplo, enfrenta problemas de exportação.
O mesmo ocorre com os vegetais. Os produtos químicosutilizados são contaminados com doses homeopáticas, num ponto suportável por verduras, legumes e grãos possam suportar, em quantidade suficiente para nos agredir e provocar doenças, como o câncer de mama. O uso das sementes geneticamente modificadas, da Monsanto, são obrigatórias.
O flúor, por exemplo, torna as pessoas complacentes, servis. Foi largamente utilizado nos campos de concentração da ex-União Soviética, como em Gulag. ACargill, para tanto, tem seus acordos com a ONU e com a sua gang de penduricalhos, mesmo os indiretos, como aANVISA
Os complementos alimentares, as vitaminas impostas pelo sistema com seu cartel, visa a desnutrição, outro caminho para extermínio, enfraquecimento, de parte da humanidade.
Todos são reconhecidos e aprovados pela ANVISA. A mesma ANVISA que proíbe chás caseiros, medicina popular e milenar, como o chá de chicória.
Ao nos recomendar consumir frutas, recomendam-nos o suicídio, paulatino. Fugimos de Cila caímos em Caríbdis.



O britânico Francis Galton, pai da Eugenia nazista e objetivo da "moderna" indústria química, farmacêutica, alimentícia.

A ANVISA e o fim do tratamento natural
Doente, procura-se o médico, exigência da ANVISA para quase tudo, até para uma simples dor de cabeça. Lembram-se da tentativa de proibir a venda de analgésicos, como a novalgina, sem receita médica?
Os médicos enchem-nos de receitas com pacotes e pacotes de remédios. Não curam, mas engordam os cofres do sistema. Como o peixe, morremos pela boca. Ou pelo tratamento... Entre a cruz e a espada.
A perseguição aos recursos naturais, à medicina popular, tem como objetivo fortalecer as multinacionais, dominar a população, exterminar parte da humanidade, como na filosofia do Príncipe Philip, marido da rainha da Inglaterra: "Em caso de reencarnar, gostaria de voltar como um vírus mortífero, e ajudar em algo para aliviar a sobrepopulação...". Ele ainda não morreu, mas seu espírito já vagueia mundo afora.

ANVISA e o fim das estâncias hidrominerais
Até 1950, logo após a II Guerra Mundial, a crenoterapia, tratamento terapêutico pelas água minerais, era comum no Brasil. Estâncias como Caxambu, Lambari, São Lourenço, Cambuquira, Araxá, em Minas ou Águas de Lindóia, em São Paulo, eram intensamente utilizadas para tratamentos de diversos males. Tratamento natural, sem custos, sem exploração, sem contraindicação.
A milenar ciência natural merecia atenção governamental. O Ministério da Saúde possuía um departamento exclusivo para o setor. A Universidade Federal de Minas Gerais tinha uma cadeira para o assunto, a crenoterapia, em sua Faculdade de Medicina.
Mas os laboratórios europeus, sem Auschwitz, não podiam parar de render milhões, bilhões para seus magnatas assassinos. O negócio era expandir. E nada melhor para isso do que um país grande, bobo, submisso, distante, corrupto.
Voaram para o Brasil. Começou a saga da medicina natural. Primeiro passo, acabar com o "mito" da curapelas águas. Adeus, crenoterapia. Adeus, cadeira na UFMG; adeus, Departamento no Ministério da Saúde. Trocamos o bem estar da água, pelos tonéis químicos dos carrascos de Auschwitz.

A ANVISA e o roubo na Amazônia. A Sacaca
Na Amazônia a Sacaca é uma árvore cuja casca é utilizado para a cura de diversos males, do excesso de gordura à diabetes e a malária. Merece até um museu, em Macapá.
Pouco conhecida pela população e combatida pelo sistema, do Brasil a casca da Sacaca vai para a França. Lá, transforma-se em pílulas emagrecedoras, exportadas para... o Brasil. Um exemplo, são infindáveis. A Sacaca é mais uma vítima do agente chamado ANVISA.

ANVISA e o rombo nos cofres públicos
Ações "oficiais" como essa fazem do Brasil um dos maiores importadores de "veneno" fantasiado de remédio, de todo o mundo.
Em 1997 a indústria farmacêutica já ocupava a segunda colocação em faturamento, em todo o planeta. Atrás apenas da Indústria Bélica, cujos donos sãos os mesmos.
Naquele ano, movimentou US$296 bilhões (excluindo China e Índia). O Brasil ocupava a 6ª colocação em faturamento com remédios (US$10,35 bilhões). O pobre gastando como se fosse rico, depois de abandonar suas riquezas naturais.
70% desse faturamento, hoje é ainda maior, pertencia, e pertence, aos laboratórios multinacionais. Ao cartel nazifascista dos Rockefeller, Carnegie, Rothschild etc., que exterminam as Medicinas Naturais com a ajuda providencial de governos e suas agências agentes, como aANVISA.
A China mantém sua medicina tradicional, popular. Gasta infinitamente menos com importações de medicamentos do que o Brasil, mesmo tendo uma população 6 vezes maior.
Na China, a média de vida é superior a do Brasil.
Na China, não tem ANVISA.
"Para males extremos são muito bons os remédios extremos.". (Hipócrates)
Fonte: http://www.blogdojua.com/2012/09/chore-voce-esta-sendo-enganado-pela.html

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