Karol Wojtyla E A Verdade Sobre sua "Família"



Via: ANTI - NWO (Nova Ordem Mundial)

Tempos atrás me deparei com algumas fotos do Papa João Paulo II acompanhado de quem seria sua concubina e seu filho. Obviamente que isso me deixou de orelhas em pé; afinal, não é sempre que se vê um Papa fazendo as vezes de chefe de família, não é mesmo?


Pois bem, resolvi investigar. Claro que as fontes são absolutamente escassas, ainda mais em nível nacional. Então, fui buscar diretamente na fonte. E para minha surpresa, em sites poloneses esta era uma notícia já bem conhecida.

O nome da senhora de origem russa e que aparece nestas fotos era Irena Kinaszewska. Teriam se conhecido perto do final da Segunda Guerra Mundial, onde ela teria trabalhado como enfermeira. Porém, quando da nomeação de Karol Wojtyla para Bispo da ICAR, o assunto tornou-se completo tabu, e a Igreja tratou de corrigir a "história", em uma tentativa de apagar Irena da vida de Karol.

Então a Igreja obriga Irena a casar-se com Zbigniew Kinaszewski, e deram-lhes um apartamento e um emprego na Companhia Elétrica Polonesa para Irena.

Acontece que isso não afastou Karol de Irena. Ele visitava regularmente o amor de sua vida, e o filho que tiveram juntos. Zbigniew se ressentia disso, pois a cada visita de Karol, este se comportava como o verdadeiro dono da casa, e o autêntico pai e marido daquela família. Some-se a isso as relações sexuais dos amantes, e em breve teremos um homem muito revoltado.

Após cinco longos e cansativos anos, Zbigniew finalmente se separa de Irena. Com esta separação, aumentou ainda mais a pressão sobre Irena e o filho Adam, que apesar de receber o sobrenome de Zbigniew, foi sendo paulatinamente afastado de seu "pai de criação". Mas Karol insistia em ter seu filho por perto, tentando sempre passar Natal com ele e Irena.
Adam Kinaszewski

Mas com o Pontificado de Karol, tudo ficou pior. A Igreja finalmente consegue se interpor entre os dois, subjugando a vontade de Karol através de ameaças contra a vida de Irena e de seu filho Adam. Certo de que deveria obedecer, Karol já não mais os visitava em sua casa, e alguns poucos encontros eram permitidos, mas sempre ocorriam no Vaticano, em jantares e encontros "ecumênicos".

O afastamento, a pressão e as cobranças sobre Irena foram demasiadas, e ela acaba caindo no alcoolismo. Irena morreu em 30 de agosto de 1990. Ela foi enterrada no Cemitério Rakowicka, em Varsóvia, no túmulo da família de um amigo e confidente de Karol, o Padre Andrew Bardeckiego. Por mais de 15 anos, o sacerdote foi um amigo fiel de Karol, que à época era o Bispo de Wadowice.

Já Adam Kinaszewski, herdou o apartamento da rua Krowoderska, onde os encontros de Karol e Irena ocorreram durante décadas. As informações sobre Adam geram certo conflito. Em alguns sites diz-se que ele teria morrido misteriosamente em 2008; outras fontes afirmam que ele segue vivo e se preparando para assumir um papado futuro, com outra identidade. Algumas fontes o descrevem como "diretor de cinema", outros como um cientista especializado em genética, e ainda como assessor de imprensa de Lech Walesa. O último encontro entre pai e filho teria ocorrido no Natal de 2004, quando Karol o recebeu para uma lauta ceia, novamente no Vaticano.

De acordo com testemunho de vizinhos do apartamento da Krowoderska, assim que Irena faleceu, o Serviço Secreto Polonês visitou o lugar, levando consigo caixas e mais caixas, provavelmente contendo documentos, já que em momentos de desespero, Irena havia ameaçado levar a público seu caso amoroso com Karol.

Segundo a Igreja Católica, que tem total conhecimento dos fatos, tanto dos verídicos quanto dos manipulados e inventados, o serviço secreto polonês, a SB (Służba Bezpieczeństwa) teria criado a Operação Triângulo, que buscava tirar vantagem do fato de Irena ser grande admiradora do Papa João Paulo II, drogando-a e forçando-a a redigir um diário onde constaria toda a história de amor entre ela e Karol. Se utilizaria desta vantagem para chantagear o Papa. Ou seja, a Guarda Suíça é muito mais competente que o Serviço Secreto Polonês, já que conseguiu descobrir e "desmascarar" o plano secreto para corromper a imagem do Papa! Mas mesmo assim, demonstrando tanta competência, até hoje não foi capaz de explicar o assassinato de Alois Estermann, recém nomeado Comandante da Guarda Suíça, Gladys Meza Romero, ex-modelo, e Cedric Tornay, cabo da Guarda Suiça, em 1998. O assassinato ocorreu dentro do Vaticano, e ninguém ouviu sequer os disparos.

Mas o fato é que as fotos demonstram claramente momentos de intimidade. Intimidade esta que seria muito pouco provável de existir entre uma simples admiradora e um bispo católico. Ainda mais quando o referido bispo estaria usando roupas simples, em vez de toda a indumentária da Igreja. A Igreja não nega e não confirma; em vez disso, tenta apagar qualquer referência da presença de Irena e Adam na vida de Karol.

Quantos casos semelhantes podem, ou mais, devem, existir dentro da ICAR? Eu não acho nada demais que Karol tenha amado uma mulher, e que tenha tido um filho como fruto deste amor. Mas a Igreja, e sua resoluta posição de denegrir o feminino em suas entranhas, jamais assumiria casos como este, que colocariam por terra toda uma doutrina secular, onde o celibato compulsório acarreta em pedofilia, estupros e outros crimes que têm sido sistematicamente omitidos pela organização.

Aqui temos mais detalhes de outros possíveis filhos http://www.planetaziemia.pun.pl/dzieci-i-kochanki-karola-wojtyly-594.htm

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