Baian Kara Ula, enigmas que desafiam os especialistas




Em 1938, nas regiões montanhosas entre a China e o Tibete, o arqueólogo chinês Tchi Pu Tei encontrou uma série de túneis artificiais com sepulcros que continham esqueletos um tanto “diferentes”. Eram seres com o corpo pequeno e a cabeça desproporcionalmente grande. Nas paredes do local, perfeitamente retas, haviam pinturas de seres com adornos que remetem a capacetes redondos. Para completar o rico e insólito sítio arqueológico, datado com mais de 10 mil anos, mais de setecentos discos de granito, com um furo perfeito no centro e inscrições que partiam do furo em espiral até a borda, elas próprias já enigmáticas por si mesmas.

A tradução das inscrições foi publicada em 1963, e conta uma história interessante, de um povo que, há 12 mil anos atrás, “ficou perdido no terceiro planeta desse sistema quando seus aparelhos não mais conseguiram a força para levantar voo”. Também está relatado os conflitos entre esses viajantes do espaço, os Dropa, e os moradores locais, os Ham. Depois de um período de massacres, os autóctones e os visitantes passariam a viver em paz.

Algumas antigas lendas chinesas até hoje se referem a Baian Kara Ula como o local de morada de anões magros e amarelos que vieram das nuvens, o que corrobora os achados arqueológicos de 1938. Além disso, os atuais descendentes dos povos Dropa que até hoje vivem no local apresentam características estranhas e únicas, que não os fazem se encaixar em nenhuma categoria racial humana. Eles são amarelos e baixos, com uma estatura média para um adulto de 1,25m, com cabeças e olhos desproporcionalmente grandes com relação aos demais povos da região, o que levanta suspeitas de que alguns dos sobreviventes extraterrestres tenham se acasalado com os habitantes locais no passado.

Não é por acaso que Baian Kara Ula chama a atenção daqueles que acreditam nas teorias dos deuses astronautas e constrangem os demais pesquisadores que não acreditam nas lendas. No entanto, ainda é preciso explicar como podem ter surgido mais de 700 discos com inscrições em sua face mais de 4 mil anos antes do surgimento oficial da escrita, bem como a série de túneis perfeitamente retos com pictogramas e esqueletos estranhos nas montanhas do Tibete. Pelo menos até que a ciência tradicional consiga dar explicações concretas sobre este caso obscuro, as evidências de contato extraterrestre no passado humano são extraordinárias.
Fonte:http://ramanavimana.blogspot.com.br/

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