A Primeira Guerra Mundial Supergovernamental começou



O exército sírio conduziu com sucesso operações contra os militantes apoiados por estrangeiros. (Foto de arquivo)

Sexta-feira 31 de Maio de 2013 7:44 GMT
Por Gordon Duff

Hoje, os israelenses acordaram para um novo mundo. A Síria possui defesas aéreas com sistemas S-300 totalmente operacionais que cobre, se desejarem, não apenas o Líbano, mas boa parte de Israel também

Israel acordou com as “calças arriadas.”
Como Israel realmente deu de cara contra os sistemas S-300

Ontem, O Daily Beast, uma publicação de notícias semanais de propriedade de Jane Harmon, uma ex-membro do Congresso que deixou o cargo depois de receber acusações de espionagem a favor de Israel, publicou uma história alegando que o Presidente Obama ordenou uma “zona de proibição de voo” na Syria.

Uma hora depois, o governo ordenou que a publicação de Harmon emitisse uma retratação.
Hoje, a Síria tem sua própria “zona de proibição de voo.”

Nós já estamos em uma guerra nuclear
Como se trata de uma guerra, a primeira vítima é a verdade. O primeiro tiro aconteceu em 4 de Maio, com o ataque nuclear à Síria, tão óbvio quanto inegável.

A imprensa norte-americana está cheia de monstruosidades conspiratórias loucas e imprecisas, uma após a outra, todas rapidamente provando-se falsas. As histórias que têm se provado verdadeiras, como os “esquadrões de estupro” que sequestram e assassinam jovens mulheres nas zonas ocupadas da Síria estão censuradas.”

Ah, mas não é estupro quando Wahhabistas Sauditas declaram os “casamentos de três dias” que resguardam as gangues de estupradores rebeldes do apedrejamento merecido, como manda a lei do Alcorão.

Relatos de sequestros, de vilarejos cristãos inteiros massacrados pelos aliados da Al Qaeda alinhados com os rebeldes do “Conselho Nacional” são suprimidos, assim como relatos confirmados do uso de armas químicas por mercenários chechenos, trabalhando para a CIA e para a Al Qaeda contra o governo de Damasco.


Linhas de batalha estão sendo traçadas

Linhas foram traçadas, uma guerra está ocorrendo agora, mas uma diferente de todas as outras. Os “aliados” são liderados pela Rússia de Vladimir Putin. O mundo de hoje trás a Rússia para a linha de frente pela primeira vez, em confronto aberto com seus próprios oligarcas sionistas.

Com Putin, leia com atenção, estão os seguintes grupos:

- O Presidente Obama, o Departamento de Defesa, o Departamento de Estado e o Pentágono

- A República Islâmica do Irã

- A Síria

- O Iraque

- O Hezbollah

As forças “Centrias” ou do “Eixo” são formadas pelos seguintes:

- Alemanha

- Turquia (e o Curdistão iraquiano)

- Israel

- Arábia Saudita e Qatar

- Grã Bretanha e França

- O Senator John McCain e a Al Qaeda

- O lobby AIPAC/Israel no Congresso

- A mídia corporativa mundial (N. T.: Incluindo a Globo, Bandeirantes, SBT, Record, Rede TV, etc.) como porta-voz do crime organizado mundial

A guerra começou, não apenas na Síria, mas com ataques terroristas dentro dos EUA apoiados uma uma camapnha minuciosamente orquestrada pela imprensa para espalhar o medo e mentiras, abrindo o caminho para o aumento contínuo de atos de terrorismo de bandeira falsa, mais recentemente os de Boston e de Woolrich.


Pano de fundo

Quando o mundo entrou em guerra em Agosto de 1914, as nações colonialistas da Europa e o Império Otomano começaram um massacre de 4 anos, guiados por alianças e tratados secretos. Para a comunidade intelectual do mundo, a “Grande Guerra” sinalizou o final da civilização. Eles podem muito bem estar certos.

Hoje, apesar da desorientação e da censura em larga escala, o Estado de Israel está perto da aniquilação. A Rússia está preparada, acuada e sem outra opção, senão obliterar o Estado de Israel com armas termonucleares.

Da mesma forma que em 1914, tudo começou de maneira simples. Um anarquista Sérvio assassinou o Arquiduque Franz Ferdinand, criando uma reação em cadeia de eventos que levaram a Rússia defender a Sérvia, a França defender a Rússia, a Alemanha defender a Áustria-Hungria e assim por diante.
Sarajevo 2013, 99 anos depois

As realidades do conflito mundial de hoje, lutado tanto como “guerra fria”, como “guerra quente”, através de terrorismo de bandeira falsa, revoluções encenadas, holocaustos econômicos e uma grande lista de baixas, agora contada em milhões, está mais próximo do de 1914 do que a maioria imagina.

1914 foi uma guerra puramente desencadeada pelos Rothschild, pura e simplesmente. As maquinações do colonialismo, os bancos centrais, as moedas baseadas em dívidas e as autoridades governamentais chave, que compraram tanto quanto compram hoje, nos levaram ao nosso primeiro conflito mundial.

A guerra hoje é, na verdade, uma continuação da conquista mundial que se iniciou naquela época, movendo-se de etapa em etapa, revolução comunista, a obliteração da Alemanha, o novo “colonialismo suave”, “conflitos de baixa intensidade” intermináveis, a guerra ao terror, teatral, delineada e falsa.

Talvez o mundo possa estar pronto para aprender as lições da história às quais a ignorância tem nos levado numa repetição sem fim.

Parece que uns poucos corajosos, uma “grupo de irmãos,” pode acabar com a narrativa da vitimização, com a mitologia e com a corrupção.

O que vemos agora, assistindo a mídia controlada, é o desespero.
Essa guerra começou às 2:30 da manhã de 2 de Maio de 2013 com o afundamento de um submarino tripulado Dolhin Israelense, fabricado na Alemanha, que dava apoio a uma tropa de infiltração na costa da Síria. O submarino foi flagrado, submergiu a 150 metros e foi atingido por um sofisticado torpedo guiado.

Helicópteros Sírios permaneceram no local do desastre naval até a chegada de uma frotilha russa, que escoltava uma embarcação de salvamento para resgatar em segurança os mísseis nucleares de cruzeiro Tomahawk que estavam à bordo do submarino Israelense.

Em retaliação, Israel começou um bombardeio de artilharia contra posições na Síria nos arredores de Damasco em 4 de Maio. Durante esse bombardeio, um submarino israelense na costa do Líbano lançou um míssil nuclear de cruzeiro. Vídeos de alta resolução de locais a 25 km de distância mostram claramente um grande brilho, o famoso cogumelo atômico e o trovão, não deixando dúvidas que tenha sido um ataque nuclear.

A explosão foi registrada pelos satélites americanos Vela e confirmada.

Por que a Casa Branca agora está do lado da Rússia, da Síria e do Irã?
O presidente russo Vladimir Putin entrou em contato com o presidente norte-americano Barak Obama. Putin confirmou que a Rússia não permitiria nenhum outro ataque nuclear sem resposta à altura contra Israel e que, nessas circunstâncias, os EUA estavam avisados de que “Israel fez sua aposta, e, se escolher assim, morrerá com ela.”

A administração de Obama concordou em ficar fora do caminho. Como recompensa parcial, os EUA compraram helicópteros russos para as forças armadas no Afeganistão e concordaram não se opor ativamente contra a instalação dos sistemas de defesa aérea S-300 na Síria, que faz com que a superioridade aérea de Israel na região se torne apenas uma lembrança.

A “bomba” de 23 de Maio de Obama
Em 23 de Maio, o presidente Obama discursou por 48 minutos, delineando as políticas norte-americanas. O discurso, de importância épica, foi mal interpretado, mentiras foram ditas sobre ele e, eventualmente, foi censurado pela imprensa. Por quê? O que disse Obama? - O programa de detenção dos Estados Unidos é um crime de guerra e que os prisioneiros estão sendo sequestrados ilegalmente e “torturados.” Sim, o presidente Obama chamou a detenção de “illegal” e a prancha de “torture.” - Todos os ataques de drone (fora do Iraque e do Afeganistão) foram autorizados pelo Congresso e que os próximos ataques de drones exigirão supervisão. Obama admitiu que muitos ataques de drones foram errados, que houve uma responsabilização inadequada e que as políticas de ataques de drones estavam erradas e foram irresponsáveis.

- Por ordem presidencial, nenhum drone armado poderria voar nos EUA.

GD/NN
Gordon Duff é um veterano da Marinha no Vietnã, combatente de infantaria, e Editor Sênior do Veterans Today. Sua carreira inclui extensa experiência em atividades bancárias internacionais assim como áreas diversas como consultor de contra-insurgência, tecnologias de defesa e representante diplomático nos esforços de desenvolvimento humanitário e econômico das Nações Unidas. Gordon Duff viajou por mais de 80 países. Seus artigos são publicados no mundo todo e traduzidos em vários idiomas. Ele está regularmente no rádio e na TV como convidado popular e às vezes controverso. Mais artigos de Gordon Duff no Press TV
Fonte: http://www.varekai.org

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