quarta-feira, 16 de maio de 2012

FBI vai bloquear o acesso de milhares de internautas em julho

Será que este bloqueio é por causa deste Malware mesmo???
Seria um pretexto?
Quem faz parte da lista de "infectados"?
Os que são contra o sistema globalista?

Em fevereiro, o FBI anunciou que poderia bloquear a conexão de usuários que estivessem com PCs infectados com o malware conhecido como "DNSChanger". De lá pra cá, muitos internautas detectaram o problema e livraram seus computadores da ameaça. No entanto, aqueles que não o fizeram ainda correm o risco de ter seus acessos à internet interrompidos.
O vírus que já atingiu mais de quatro milhões de PCs partiu da Estônia e deixa as máquinas atingidas extremamente vulneráveis a diversos problemas no sistema. Presente no computador, o "DNSChanger" costuma direcionar o usuário para um site totalmente diferente daquele digitado na barra de endereços.

Para saber se sua máquina está infectada, siga os passos: clique no menu "Iniciar" e acesse a opção "Executar". Ao abrir a caixa de diálogo, digite "cmd" para que a caixa do DOS seja aberta. Feito isso, digite "ipconfig /all" e clique no "Enter". Em seguida, o comando dará todas as informações de rede do computador. Procure pela linha "DNS Settings". Lá, devem aparecer os endereços de IP utilizados (servidores DNS usados por seu PC). Posteriormente, cheque se seu IP está na lista dos infectados diretamente pelo site do FBI.

Atualmente, estima-se que cerca de 350 mil computadores ainda estejam ameaçados pelo "DNSChanger". O FBI pretende desconectar os PCs infectados apenas em 09 de julho.
Fonte: http://www.superdownloads.com.br/materias/fbi-vai-bloquear-acesso-de-milhares-de-internautas.html#ixzz1tChdi5zZ

FIM DA FARSA! Guia "espiritual" da turma do "aquecimento global" confessa: "ERA ALARMISMO!"


   

Às vésperas da tal “Rio+20″ — que leva alguns tontos a cobrar de Dilma o veto ao Código Florestal —, o tal “aquecimento global”, ora chamado de “mudança climática”, sofreu um duro golpe.
Vocês já ouviram falar de James Lovelock? Há aqui um resumo de sua biografia em português. Trata-se de uma espécie de patriarca ou decano da moderna hipótese do aquecimento global (ou da mudança climática). Lançou a chamada Hipótese de Gaia, segundo a qual a Terra seria um superorganismo. Era um verdadeiro fanático da crença — sim, crença — no aquecimento global. Desde que comecei a ler uma coisinha ou outra a respeito, pus a teoria na conta de uma bobagem por uma razão, primariamente, de linguagem: vi que as catástrofes imaginadas eram meras cópias do Apocalipse de São João. Os relatos da Bíblia são mais interessantes. Entre uma religião sem Deus e uma com Deus, prefiro a segunda. Mas vamos ao que interessa. Lovelock caiu fora! Não é mais um apocalíptico. Tornou-se quase um cético. Admite agora: ele e os aquecimentistas erraram, exageraram. A entrevista foi concedida a Ian Johnston, no site msnbc.com. Foi publicada no dia 23 de abril. Foi praticamente escondida. Tivesse alguém com o seu peso anunciando o apocalipse, seria um deus-nos-acuda.


Aos 92, Lovelock admite ter sido “alarmista” sobre as mudanças climáticas e que outros, como o bobalhão Al Gore (”bobalhão” é meu) também o foram. Sim, ele continua a acreditar que a mudança está acontecendo, mas muito mais lentamente do que se imaginava. Em 2006, para vocês terem um ideia, num artigo para o jornal inglês Independent, ele escreveu que, até 2100, bilhões de pessoas morreriam, e alguns poucos casais conseguiram sobreviver no Ártico, onde o clima seria apenas tolerável. Na entrevista, ele admite que foi longe demais.
Está escrevendo um novo livro, que comporá uma triologia com “Revenge of Gaia: Why the Earth Is Fighting Back - and How We Can Still Save Humanity” e “The Vanishing Face of Gaia: A Final Warning: Enjoy It While You Can”, publicados em português, respectivamente, com os títulos “A Vingança de Gaia” e “Gaia, Alerta Final”. No novo trabalho, mais otimista, ele vai dizer como a humanidade pode ajudar a regular o planeta. O livro também registra a sua mudança de opinião: “O problema é que não sabemos o que o clima está fazendo. A gente achava que sabia há 20 anos. Isso levou a alguns livros alarmistas — o meu inclusive — porque aquilo parecia claro, mas não aconteceu”.Que bom, né, gente?
“O clima está fazendo suas trapaças de sempre. De fato, nada está acontecendo ainda. Nós deveríamos estar a meio caminho da frigideira. O mundo não aqueceu desde o começo do milênio. A temperatura se mantém constante, quando deveria estar crescendo - o dióxido de carbono está crescendo, sobre isso não há dúvida”. Ele aponta que os filmes “Uma Verdade Inconveniente”, de Al Gore, e “The Weather Makers”, de Tim Flannery são também alarmistas.
Lovelock é um qualquer, um daqueles que o jornalista que estava no Roda Viva acha que não podem mais ser ouvidos? Oh, não! A revista Time já o considerou um dos 13 líderes visionários, num artigo intitulado “Heróis do meio ambiente”. Vejam a sua biografia e o artigo original. Ele é considerado um guia espiritual do mundo científico que lida com o meio ambiente. Ao menos era! Vão tentar enterrá-lo em vida.
Indagado pelo repórter se, agora, também ele é um cético, responde: “Depende do que você queria dizer com ‘cético’. Eu não sou um negacionista”. Tá bom demais, né? Nunca niguém negou alguma aquecimentozinho, um calorzinho gostoso… Ele continua a trabalhar com a hipótese de que o aumento da emissão de dióxido de carbono leva a um aumento da temperatura, mas acrescenta que o efeito do oceano ainda não foi estudado o suficiente e que aí está a chave da questão. “O mar pode fazer toda a diferença entre uma era do aquecimento e uma era do gelo”.

Mas não é isso, santo Deus, o que alguns dos chamados “céticos” vêm sustentando há muitos anos?
Como diria o poeta latino Catulo, é difícil renunciar subitamente a um grande amor, não é? Lovelock não chega a mandar para a geladeira todos os seus antigos parceiros. Diz acreditar que está em curso uma mudança climática, mas vai demorar muito tempo para que se sintam seus efeitos. “Nós ainda teremos um aquecimento global, mas ele foi adiado um pouquinho”. Bem, no que concerne à Terra, “um pouquinho” podem ser alguns milhões de anos.

“Cometi um erro”
Como pesquisador independente, que trabalha sozinho, ele diz não ver problema nenhum em reconhecer: “Tudo bem, cometi um erro”. E afirma que cientistas que trabalham para governos e universidades têm medo de admitir um erro porque podem perder financiamento.

Lovelock, que já trabalhou com a NASA e descobriu a presença de substâncias químicas nocivas (CFC) na atmosfera — mas não o seu efeito sobre a camada de ozônio (esse é outro mito muito influente) —, diz que a humanidade deve fazer o possível para evitar a queima de combustíveis fósseis, tentando se adaptar às mudanças que virão. Peter Stott, chefe Met Office Hadley Centre, do Reino Unido, afirma que Lovelock havia sido mesmo muito alarmista sobre a possibilidade de as pessoas terem de viver no Ártico em 2100. E concorda que o aquecimento dos últimos 12 anos não é o esperado pelos modelos climáticos. Ele só acha que é preciso esperar mais dez anos para admitir que esses modeles têm problemas. Sei…
Lovelock nem é o estudioso mais importante a ter desmoralizado os apocalípticos. Mas é o mais simbólico. Era, reitero, o guia espiritual da turma, o sacerdote. Há anos trato das maluquices desses que chamo membros da Igreja do Aquecimento Global dos Santos dos Últimos Dias… Aos poucos, vai-se recobrando a razão, mas é um processo lento. A “mudança climática” gerou uma cultura, uma doxa, virou ideologia. Mais: também envolve negócios multibilionários, especialmente das empresas voltadas para as chamadas energias alternativas. Muitas delas estão por trás de ONGs que financiam alguns de nossos patriotas, amigos da natureza…

Fonte:http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/tag/james-lovelock/

domingo, 13 de maio de 2012

O segundo sol se aproxima

Muito tem se falado sobre o fim do mundo ou de uma era no cristianismo se fala em apocalipse que na verdadeira tradução do Grego é, revelação. pois bem estamos no tempo da "revelação" não do fim, muito á de se revelar nos próximos meses ou... anos ninguém tem a resposta verdadeira a verdade é que estamos em transição portanto vamos manter os olhos abertos.

Esta ficando dificil para a elite esconder a verdade esperemos mais alguns... meses...dias...
Obs: não é a lua!

Cientistas desvendam segredos de 'computador' de 2 mil anos


Os segredos de um objeto considerado o computador mais antigo do mundo foram revelados com o uso de um equipamento de Raio X.
Cientistas encontraram 27 engrenagens em antigo mecanismo (BBC)
O mecanismo Antikythera, como é conhecido, tem cerca de 2 mil anos e foi encontrado em 1901 quando um grupo de mergulhadores chegou a um antigo navio romano naufragado na costa da Grécia.
O objeto tem o tamanho aproximado de um laptop moderno e, dentro dele, estão várias rodas de transmissão e engrenagens.
Ele teria sido usado para prever eclipses solares e, de acordo com descobertas recentes, o mecanismo também servia para calcular as datas de Olimpíadas na Grécia Antiga.
A equipe internacional de cientistas conseguiu juntar em um computador mais de 3 mil projeções de Raios X, montando um Raio X em 3D.
Com estas imagens, os cientistas conseguiram compreender o mecanismo e suas engrenagens.
Fonte: BBC

domingo, 6 de maio de 2012

WikiLeaks: compra de aviões seria 'aposentadoria' de Lula


Funcionários do governo americano dizem a analista da Stratfor que aquisição de equipamentos militares pelo Brasil só poderia ter a ver com propina, revela e-mail

O caça Rafale, fabricado pela francesa Dassault, estava sendo sondado pelo Brasil (Tony Barson/Getty Images)
Um dos milhões de e-mails divulgados nesta segunda-feira pelo site WikiLeaks da empresa de inteligência e análise estratégica Stratfor diz respeito à compra de equipamentos militares pelo Brasil durante o governo Lula. Um funcionário do governo americano alocado no Brasil conversa sobre o negócio com um Stratfor chamado Marko Papic.

Um dos milhões de e-mails da empresa de inteligência e análise estratégica Stratfor que o site WikiLeakscomeçou a divulgar nesta segunda-feira diz respeito a negócios para a aquisição de equipamento militar pelo Brasil durante o governo Lula.

Em outubro de 2010, um funcionário do governo americano alocado no Brasil conversa sobre o negócio com um consultor da Stratfor chamado Marko Papic. Embora afirme não ter provas, ele é devastador no seu parecer: "A compra de submarinos é tão sem sentido que só pode ter a ver com propina. Lula provavelmente está cuidando do seu plano de aposentadoria. E veja só: a compra acontece 'curiosamente' no fim de seu mandato. O mesmo vale para os jatos. Nosso Departamento do Tesouro é vingativo quando se depara com subornos. Não podemos fazer nenhum negócio real num lugar corrupto como o Brasil. Os franceses não têm esses problemas".

Marko Papic ainda acrescenta um comentário: "Não é que eu discorde, mas acredito que a França também tornou a propina ilegal".

O servidor americano finaliza: “Desculpe-me não ter mais informações no que diz respeito à estratégia brasileira. A nossa avaliação é de que isso é puramente suborno. A única diferença é que agora o Brasil tem dinheiro, muito dinheiro, e pode de fato adquirir os equipamentos. Quero dizer, seria mera coincidência eles comprarem tanto equipamento militar da França? Os franceses sabem como realizar subornos”.

Estratégia – Ambos os negócios representam a disposição do governo brasileiro de modernizar suas Forças Armadas. A decisão envolve diplomacia e questões de estratégia militar. Em dezembro de 2008, por exemplo, o Brasil e a França firmaram acordo para construção de quatro submarinos da classe Scorpène, uma base naval e um estaleiro dedicado à produção das embarcações. O tratado de 6,7 bilhões de reais também previa a transferência de tecnologia para a produção do primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear. Em julho do ano passado, a presidente Dilma Rousseff participou da cerimônia em Itaguaí (RJ) que marcou o início da construção dos submarinos. O primeiro modelo deve ficar pronto em 2016 e ser entregue em 2017. Os demais serão disponibilizados entre intervalos de um ano e seis meses. O estaleiro e a base naval devem ser inaugurados em 2014 e o submarino nuclear, ficar pronto apenas em 2023.

O processo de aquisição de caças para a Força Aérea Brasileira, avaliado entre 4 bilhões e 6,5 bilhões de dólares, ainda está aberto. O assunto voltou a ganhar fôlego em 2012 depois de anos de avanço lento e adiamentos. Na “batalha dos caças”, os fabricantes têm oferecido ao Palácio do Planalto diferentes combinações de preço e políticas de transferência de tecnologia. Há cerca de dois anos, a Saab, fabricante do Gripen, foi a companhia que obteve a melhor avaliação da Força Aérea Brasileira (FAB).

Só que a opinião do órgão não se mostrou determinante. A venda quase foi fechada em 2009 para a francesa Dassault, que produz o Rafale, porque o ex-presidente Lula vivia uma lua de mel diplomática com o presidente Nicolas Sarkozy. No final de 2010, depois da data em que ocorreu a troca de e-mails entre o consultor da Stratfor e um funcionário do governo americano, as conversas entre ambos azedaram – e os franceses foram parar no ‘fim da fila’.

A Boeing, que participa da licitação com seus F-18 Super Hornet, intensificou seu lobby desde então. Neste ano, outra reviravolta. Em 31 de janeiro, a notícia da negociação para venda de 126 Rafales à Índia, por 12 bilhões de dólares, desviou o foco novamente para Paris. Desde então, fontes do Palácio do Eliseu e do Planalto dão como certo o fechamento do negócio com os franceses. Depois de dezesseis anos de adiamento, a presidente Dilma Rousseff parece estar disposta a fechar o negócio neste primeiro semestre.

Vazamento - A mensagem faz parte de Os Arquivos de Inteligência Global, com mais de 5 milhões de e-mails da companhia Stratfor, no Texas, EUA, divulgados nesta segunda-feira pelo WikiLeaks. Os e-mails datam de julho de 2004 a dezembro de 2011. Entre os clientes da Stratfor estão o Departamento de Segurança Pública dos Estados Unidos, a Marinha americana e grandes empresas.
Fonte: Wikileaks

Produção de milho geneticamente modificado pode chegar a 85% em 2012


Com 15 milhões de hectares plantados no País e produção anual de 64 milhões de toneladas, o Brasil é o terceiro maior produtor de milho no planeta, atrás apenas da China e dos Estados Unidos, de acordo com dados do Ministério da Agricultura, Produção e Abastecimento (Mapa). Em 2011, 67% dessa produção foram a partir de sementes geneticamente modificadas. A perspectiva é que, neste ano, o Brasil chegue a 85% da produção de milho com modificação genética.

O consumo de trangênicos no Brasil, entre 2003 e 2011, cresceu 16%.
Milho Transgênicos faz mal a saúde, afirma estudo
O estudo de pesquisadores franceses que aponta impactos do milho transgênico à saúde chama atenção não só pelos danos que comprova, mas principalmente por mostrar que chegou-se a tais conclusões após análise criteriosa de estudos da própria Monsanto.

Cada um desses milhos geneticamente modificados provocou reações diferenciadas no organismo das cobaias, mas em comum apresentaram efeitos colaterais novos que variaram em função do sexo e da dose ingerida, concentrando-se principalmente sobre fígado e rim, órgãos ligados à eliminação de impurezas. Em quase todos os ratos de todos os grupos tratados com ração de milho transgênico observou-se tendência a distúrbios fisiológicos.
Fonte: Campanha por um Brasil Livre de Trangênicos e http://ianoticia.blogspot.com.br/                                         

WikiLeaks: Brasil quer Grã-Bretanha longe das Malvinas


Novos arquivos divulgados pelo site revelam diálogo entre espiões da Stratfor
Guerra das Malvinas, ocorrida em 1982, matou 904 soldados (Peter Macdiarmid/Getty Images)
A revelação não é exatamente bombástica. Mas em um momento em que a disputa entre Grã-Bretanha e Argentina pelas Ilhas Malvinas (ou Falklands) volta ao ponto de fervura, ela tem inegável interesse. O site WikiLeaks revelou nesta segunda-feira, através do jornal espanhol El País, que o Brasil quer a Grã-Bretanha longe das Malvinas. A divulgação ocorre depois do vazamento de e-mails da empresa de inteligência e análise estratégica Stratfor.
Em troca de mensagens, a companhia diz que, "surpreendentemente, ainda há quem acredite que as Ilhas Malvinas pertençam à Argentina", e que o Brasil está disposto a apoiar o país vizinho porque "não quer os britânicos perto de suas reservas de petróleo".

A conversa entre espiões e analistas da Stratfor começou após o anúncio de que um grupo de empresas de petróleo – incluindo a brasileira Petrobras - realizariam perfurações nas águas argentinas próximas às Malvinas em abril de 2009.
Leia também: Apoio brasileiro à Argentina nas Malvinas é antigo, diz governo

Confira a seguir a troca de e-mails divulgada pelao WikiLeaks:
Allison Fedirka (da Argentina): "Por enquanto, parece que a YPF-Repson, Petrobras e Pan American Energy participaram da exploração. Não sei como isso afetará a relação entre PAE e British Petroleumm, ou se sequer afetará (...)".

Reva Bhalla (supervisor da Stratfor): "É muito estranho que a Petrobras esteja envolvida (também é interessante que a Espanha dê apoio à Argentina). A participação da Petrobras nesse projeto é uma mostra de apoio bastante forte em uma disputa onde a Argentina parece perdida. Por que esse apoio do Brasil?"

Paulo Freire (correspondente brasileiro da agência): "O Brasil falou várias vezes que o Atlântico Sul e a Amazônia são lugares que nenhum país do norte deveria estar ocupando. Desde que Lula chegou ao poder, o Brasil tem dado sinais de apoio à Argentina no tema Malvinas. Os brasileiros não querem a Grã-Bretanha perto de suas reservas de petróleo".

Bhalla: "Interessante... É assim que o Brasil se posiciona como o protetor da Argentina? Suponho que eles possam se posicionar assim se perceberem que a Argentina está fraca".

Freire: "Eles acreditam que a Argentina não é uma ameaça, têm mais medo da Grã-Bretanha porque a associam com a Otan. O último plano de Defesa Nacional diz que o Atlântico Sul deveria ser uma das prioridades do Brasil na área de segurança".

Em outro e-mail, Freire diz que, em caso de conflito armado entre Argentina e Grã-Bretanha, o Brasil não se envolveria na questão além do plano retórico. O analista da Stratfor, Alex Posey, ainda afirma nos e-mails que o tema Malvinas serve como "distração" a temas internos na Argentina. "Devo dizer que é um tema que machuca os argentinos. Muitos deles acham que as ilhas deveriam ser deles por direito, assim como aparecem nos mapas do país."
Fonte: Wikileaks

Dinheiro verde: WWF foi fundada pela Shell













Ongs verdes são financiadas por corporações globalistas
Se qualquer pessoa ou grupo ousar questionar a grande ortodoxia do aquecimento global e da mudança climática, os "clérigos verdes" logo tentarão desacreditá-los - normalmente, saltando por cima da mesa e apontando o dedo na cara deles, exclamando: "Você está sendo pago pela Big Oil (empresas que controlam a maior fatia do mercado de petróleo)!"
Isto se torna ainda mais irônico quando você considera quem foi o primeiro a ser financiado, e posteriormente levantou a grande bandeira global do navio para o "movimento verde" moderno...

Tradução: Daniel Moret

O artigo recente de Donna Laframboise, entitulado A Vasta Piscina de Dinheiro de Petróleo da WWF, narra a ascenção da caridade globalista verde - semeada com financiamento da gigante global do petróleo Royal Dutch Shell, cujo presidente por 15 anos, John Loudon, mais tarde serviu como presidente da WWF por quatro anos.
Em 1961, a Shell "garfou" a bela quantia de 10.000 libras para ajudar a fundar a WWF-UK, quantia essa que equivale hoje a £ 418.000 - ou 663.000 dólares (veja a calculadora histórica aqui).
Mas isto é só o começo. A WWF continuou a cavalgar a onda do donheiro do petróleo pelos próximos 40 anos - de gigantes como a BP, a Shell e outras, até o ano 2000.
Não é de se surpreender que alguns auto-nomeados tecnocratas socialistas do Greenpeace tenham ditado em seu próprio site que a idéia de liberdade de expressão não se aplica quando se trata de debate sobre o clima, e frequentemente atacam céticos do clima com base em suas supostas ligações ao "Big Oil".

De acordo com o Greenpeace:
"Há uma diferença entre liberdade de expressão e uma campanha para negar a ciência do clima, com o objetivo de minar a ação internacional sobre as alterações climáticas ... A liberdade de expressão não se aplica a desinformação e propaganda."
O que se torna ainda mais interessante em sua postura ativista é que o próprio Greenpeace é financiado pelo dinheiro da Standard Oil, e também do Sierra Club - de acordo com o site de acompanhamento Activist Cash (Caixa Ativista).

Veja você mesmo:
Rockefeller Brothers Foundation
Greenpeace $1,080,000.00 1997 – 2005
Sierra Club $710,000.00 1995 – 2001
ACORN $10,000.00 2002 – 2002
Rockefeller Family Fund
Greenpeace $115,000.00 2002 – 2005
Sierra Club $105,000.00 1996 – 2002
ACORN $25,000.00 1998 – 1998
Rockefeller Foundation
Greenpeace $20,285.00 1996 – 2001
Rockefeller Philanthropy Advisors
Sierra Club $38,250.00 1997 – 2000

Não é exagero dizer que nenhum desses defensores da mudança climática e do governo global - o WWF e o Greenpeace - existiria sem todo esse dinheiro proveniente do Big Oil.
Uma última verdade inconveniente deve ser mencionada aqui. O líder não oficial do movimento do aquecimento global, Al Gore, também recebe fortes investimentos, e está fechando grandes acordos com quem? A Big Oil.

Estimativas indicam que a participação de Gore na riqueza da Occidental Petroleum esteja na casa dos US$ 500.000,00 em ações, o que explica porque Gore fixou o acordo para vender a reserva naval de petróleo dos EUA para a Occidental Petroleum - sem um contrato de licitação, naturalmente.
Ainda assim, muitas pessoas admiram Al Gore por todas as suas maravilhosas "credenciais ambientais".
Ou poderia ser um caso de "um cego guiando o outro"?

Fonte: Infowars


Fonte: http://www.libertar.in

Cientistas descobrem uma maneira de estender a expectativa de vida para 800 ANOS


E mesmo se descobrirem, já sabemos quais pessoas serão "beneficiadas"....
É claro que não será o povão, pois estes serão abatidos como gado...Mas a elite babilônica, que se sentem como deuses, estes talvez poderão ter suas "vidas" prolongadas... [Será?]

Veja a notícia:
Seria concebível uma pessoa viver até os 800 anos? Em um desenvolvimento surpreendente, cientistas da Universidade do Sul da Califórnia anunciaram que conseguiram estender o tempo de vida de leveduras (fungos usados na fermentação de pão e cerveja) em 10 vezes e o estudo poderia ser aplicado em seres humanos.

O trabalho relata que a grande “mágica” não é tão difícil: basta mexer em dois genes do DNA e cortar a ingestão de certas quantidades de caloria.
Em um comunicado oficial, os pesquisadores disseram: “A descoberta mais importante ocorreu através da combinação de genética e dieta, o que nos permitiu ficarmos mais próximos de controlar a sobrevivência e a saúde de unidades básicas da vida: as células”.

Os cientistas retiraram dois genes do fermento de pão (conhecido como levedura, cujo nome científico é Saccharomyces cerevisiae) chamados de RAS2 e SCH9, sendo a eles atribuída a função de promover o envelhecimento nestes fungos e o desenvolvimento de câncer em mamíferos. “Nós estamos criando a reprogramação de vida saudável”, diz o líder do estudo Valter Longo.

“Eu diria que fazer um organismo viver 10 vezes mais do que normalmente vive é algo muito significativo”, comentou Anna McCormick, chefe de genética e biologia celular do Instituto Nacional do Envelhecimento nos EUA. Este órgão financia programas e pesquisas que visam o desenvolvimento de drogas que prolonguem a vida das pessoas.
Leveduras usadas em panificação são um dos organismos mais bem estudos em todo o mundo. Em virtude de sua simplicidade foi possível encontrar os genes responsáveis por promover seu envelhecimento.

Os cientistas já estão estudando uma técnica em humanos no Equador. Os estudiosos dizem que modificar genes em humanos para promover a longevidade pode gerar déficits de crescimento e sérios problemas de saúde. Encontrar uma droga que prolongue a vida humana sem nenhum efeito secundário será um passo extremamente difícil.

Em alguns países a expectativa de vida é de 80 anos, multiplicar este número em 10 vezes pode soar como ficção científica. Vamos esperar para ver se um dia este fato será possível.

Argentina temeu ambição nuclear de Lula, diz WikiLeaks


A Argentina temeu que as ambições internacionais do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva levassem o Brasil a rever seus compromissos na área de proliferação nuclear - caminhando perigosamente rumo à bomba atômica. Em conversa reservada com diplomatas americanos no dia de Natal de 2009, funcionários argentinos disseram que uma 'luz amarela' acendera em Buenos Aires diante da aproximação do Brasil com o Irã de Mahmoud Ahmadinejad e da abertura de uma embaixada brasileira na Coreia do Norte.O relato completo do encontro está entre as centenas de cabos da Embaixada dos EUA em Buenos Aires divulgados pelo WikiLeaks. 'Confidencial', a mensagem revela como traços da rivalidade histórica no campo nuclear entre os vizinhos não foram totalmente apagados, nem mesmo com a aproximação a partir do fim dos anos 80 e a calorosa relação entre os governos Lula e Néstor Kirchner.Chefe da direção de assuntos atômicos da Chancelaria de Buenos Aires, Gustavo Ainchil falou sobre o temor argentino à embaixadora americana Vilma Martínez. Amparado em sua 'imensa popularidade', Lula adotou uma política externa 'arriscada', analisou o argentino. Além do Irã e da missão em Pyongyang, Ainchil cita o fato de o Brasil ser 'o único Bric' sem a bomba atômica - em 2009, a África do Sul ainda não integrava o grupo. Ainchil diz que há 'certo alívio' na Argentina com o iminente fim do governo Lula. 'Nenhum sucessor tentará manter uma política externa tão arriscada.'PreocupaçãoAntes dessa conversa, outro diplomata argentino, não identificado, havia procurado a Embaixada dos EUA em Brasília com a mesma mensagem de preocupação. O despacho revelado pelo WikiLeaks foi enviado dois meses após o vice-presidente José Alencar ter defendido uma arma nuclear brasileira, o que 'daria mais respeitabilidade' ao País. Procurados pela reportagem, os governos da Argentina, EUA e Brasil não quiseram se pronunciar oficialmente.A Argentina chegou a pensar numa resposta a uma eventual retirada do Brasil da agência argentino-brasileira de controle nuclear (ABACC) ou mesmo na possibilidade - 'improvável' - de o País fabricar a bomba. Os argentinos, então, buscariam 'desenvolver tecnologia nuclear pacífica avançada para mostrar sua capacidade, mas sem seguir o caminho todo até a bomba'.Federico Merke, da universidade argentina de San Andrés, diz que o cabo do WikiLeaks 'é uma boa descrição da incerteza que existe entre funcionários e analistas argentinos'.
Fonte: wikileaks
O Brasil não é visto como um país que logo terá a bomba, mas como um Estado que não termina de tornar transparente seu programa nuclear', afirmou.
Fonte:Estadão

Wikileaks revela que FHC trabalhava contra os interesses do Brasil e a favor dos EUA.


Wikileaks revela gravíssima sabotagem dos EUA contra Brasil com aval de FHC
Pragmatismo Político
Telegramas revelam intenções de veto e ações dos EUA contra o desenvolvimento tecnológico brasileiro com interesses de diversos agentes que ocupam ou ocuparam o poder em ambos os países

Os telegramas da diplomacia dos EUA revelados pelo Wikileaks revelaram que a Casa Branca toma ações concretas para impedir, dificultar e sabotar o desenvolvimento tecnológico brasileiro em duas áreas estratégicas: energia nuclear e tecnologia espacial. Em ambos os casos, observa-se o papel anti-nacional da grande mídia brasileira, bem como escancara-se, também sem surpresa, a função desempenhada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, colhido em uma exuberante sintonia com os interesses estratégicos do Departamento de Estado dos EUA, ao tempo em que exibe problemática posição em relação à independência tecnológica brasileira. Segue o artigo do jornalista Beto Almeida.

O primeiro dos telegramas divulgados, datado de 2009, conta que o governo dos EUA pressionou autoridades ucranianas para emperrar o desenvolvimento do projeto conjunto Brasil-Ucrânia de implantação da plataforma de lançamento dos foguetes Cyclone-4 – de fabricação ucraniana – no Centro de Lançamentos de Alcântara , no Maranhão.

Veto imperial
O telegrama do diplomata americano no Brasil, Clifford Sobel, enviado aos EUA em fevereiro daquele ano, relata que os representantes ucranianos, através de sua embaixada no Brasil, fizeram gestões para que o governo americano revisse a posição de boicote ao uso de Alcântara para o lançamento de qualquer satélite fabricado nos EUA. A resposta americana foi clara. A missão em Brasília deveria comunicar ao embaixador ucraniano, Volodymyr Lakomov, que os EUA “não quer” nenhuma transferência de tecnologia espacial para o Brasil.
“Queremos lembrar às autoridades ucranianas que os EUA não se opõem ao estabelecimento de uma plataforma de lançamentos em Alcântara, contanto que tal atividade não resulte na transferência de tecnologias de foguetes ao Brasil”, diz um trecho do telegrama.
Em outra parte do documento, o representante americano é ainda mais explícito com Lokomov: “Embora os EUA estejam preparados para apoiar o projeto conjunto ucraniano-brasileiro, uma vez que o TSA (acordo de salvaguardas Brasil-EUA) entre em vigor, não apoiamos o programa nativo dos veículos de lançamento espacial do Brasil”.

Guinada na política externa
O Acordo de Salvaguardas Brasil-EUA (TSA) foi firmado em 2000 por Fernando Henrique Cardoso, mas foi rejeitado pelo Senado Brasileiro após a chegada de Lula ao Planalto e a guinada registrada na política externa brasileira, a mesma que muito contribuiu para enterrar a ALCA. Na sua rejeição o parlamento brasileiro considerou que seus termos constituíam uma “afronta à Soberania Nacional”. Pelo documento, o Brasil cederia áreas de Alcântara para uso exclusivo dos EUA sem permitir nenhum acesso de brasileiros. Além da ocupação da área e da proibição de qualquer engenheiro ou técnico brasileiro nas áreas de lançamento, o tratado previa inspeções americanas à base sem aviso prévio.

Os telegramas diplomáticos divulgados pelo Wikileaks falam do veto norte-americano ao desenvolvimento de tecnologia brasileira para foguetes, bem como indicam a cândida esperança mantida ainda pela Casa Branca, de que o TSA seja, finalmente, implementado como pretendia o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Mas, não apenas a Casa Branca e o antigo mandatário esforçaram-se pela grave limitação do Programa Espacial Brasileiro, pois neste esforço algumas ONGs, normalmente financiadas por programas internacionais dirigidos por mentalidade colonizadora, atuaram para travar o indispensável salto tecnológico brasileiro para entrar no seleto e fechadíssimo clube dos países com capacidade para a exploração econômica do espaço sideral e para o lançamento de satélites. Junte-se a eles, a mídia nacional que não destacou a gravíssima confissão de sabotagem norte-americana contra o Brasil, provavelmente porque tal atitude contraria sua linha editorial historicamente refratária aos esforços nacionais para a conquista de independência tecnológica, em qualquer área que seja. Especialmente naquelas em que mais desagradam as metrópoles.

Bomba! Bomba!
O outro telegrama da diplomacia norte-americana divulgado pelo Wikileaks e que também revela intenções de veto e ações contra o desenvolvimento tecnológico brasileiro veio a tona de forma torta pela Revista Veja, e fala da preocupação gringa sobre o trabalho de um físico brasileiro, o cearense Dalton Girão Barroso, do Instituto Militar de Engenharia, do Exército. Giráo publicou um livro com simulações por ele mesmo desenvolvidas, que teriam decifrado os mecanismos da mais potente bomba nuclear dos EUA, a W87, cuja tecnologia é guardada a 7 chaves.

A primeira suspeita revelada nos telegramas diplomáticos era de espionagem. E também, face à precisão dos cálculos de Girão, de que haveria no Brasil um programa nuclear secreto, contrariando, segundo a ótica dos EUA, endossada pela revista, o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, firmado pelo Brasil em 1998, Tal como o Acordo de Salvaguardas Brasil-EUA, sobre o uso da Base de Alcântara, o TNP foi firmado por Fernando Henrique. Baseado apenas em uma imperial desconfiança de que as fórmulas usadas pelo cientista brasileiro poderiam ser utilizadas por terroristas , os EUA, pressionaram a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) que exigiu explicações do governo Brasil , chegando mesmo a propor o recolhimento-censura do livro “A física dos explosivos nucleares”. Exigência considerada pelas autoridades militares brasileiras como “intromissão indevida da AIEA em atividades acadêmicas de uma instituição subordinada ao Exército Brasileiro”.

Como é conhecido, o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, vocalizando posição do setor militar contrária a ingerências indevidas, opõe-se a assinatura do protocolo adicional do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, que daria à AIEA, controlada pelas potências nucleares, o direito de acesso irrestrito às instalações nucleares brasileiras. Acesso que não permitem às suas próprias instalações, mesmo sendo claro o descumprimento, há anos, de uma meta central do TNP, que não determina apenas a não proliferação, mas também o desarmamento nuclear dos países que estão armados, o que não está ocorrendo.

Desarmamento unilateral
A revista publica providencial declaração do físico José Goldemberg, obviamente, em sustentação à sua linha editorial de desarmamento unilateral e de renúncia ao desenvolvimento tecnológico nuclear soberano, tal como vem sendo alcançado por outros países, entre eles Israel, jamais alvo de sanções por parte da AIEA ou da ONU, como se faz contra o Irã. Segundo Goldemberg, que já foi secretário de ciência e tecnologia, é quase impossível que o Brasil não tenha em andamento algum projeto que poderia ser facilmente direcionado para a produção de uma bomba atômica. Tudo o que os EUA querem ouvir para reforçar a linha de vetos e constrangimentos tecnológicos ao Brasil, como mostram os telegramas divulgados pelo Wikileaks. Por outro lado, tudo o que os EUA querem esconder do mundo é a proposta que Mahmud Ajmadinejad , presidente do Irà, apresentou à Assembléia Geral da ONU, para que fosse levada a debate e implementação: “Energia nuclear para todos, armas nucleares para ninguém”. Até agora, rigorosamente sonegada à opinião pública mundial.

Intervencionismo crescente
O semanário também publica franca e reveladora declaração do ex-presidente Cardoso : “Não havendo inimigos externos nuclearizados, nem o Brasil pretendendo assumir uma política regional belicosa, para que a bomba?” Com o tesouro energético que possui no fundo do mar, ou na biodiversidade, com os minerais estratégicos abundantes que possui no subsolo e diante do crescimento dos orçamentos bélicos das grandes potências, seguido do intervencionismo imperial em várias partes do mundo, desconhecendo leis ou fronteiras, a declaração do ex-presidente é, digamos, de um candura formidável.

São conhecidas as sintonias entre a política externa da década anterior e a linha editorial da grande mídia em sustentação às diretrizes emanadas pela Casa Branca. Por isso esses pólos midiáticos do unilateralismo em processo de desencanto e crise se encontram tão embaraçados diante da nova política externa brasileira que adquire, a cada dia, forte dose de justeza e razoabilidade quanto mais telegramas da diplomacia imperial como os acima mencionados são divulgados pelo Wikileaks.
Fonte: Wikileakes

terça-feira, 1 de maio de 2012

Saudações de Orwell


O governo britânico publicou há poucos dias o projeto de lei sobre a vigilância de conversas telefônicas e da correspondência eletrônica de todos os habitantes do país sem exceção.

Em vista disso os comentaristas da mídia européia recordam cada vez mais frequentemente o nome do eminente escritor inglês George Orwell. Em 1949 ele publicou o satírico romance – utopia “1984” agourando a época de vigilância total do Estado sobre os cidadãos. Os jornalistas constatam que se adotar o título do livro na qualidade do ponto de referência desta época, então o escritor errou 28 anos. Na sua opinião, esta época começa hoje, embora o seu aspecto não seja exatamente igual ao que tinha sido descrito no romance.
Por ironia do destino, precisamente a terra natal de Orwell, o Albião, famoso por suas neblinas, é um dos primeiros na Europa Unida a planejar a encarnação da fantasmagoria do famoso satírico. De acordo com o projeto de lei, os provedores da internet serão obrigados a fornecer informações requeridas pelos serviços secretos sobre os seus usuários à primeira exigência destes e em regime de tempo real. E isso será feito sem qualquer decisão judiciária. Os peritos admitem que será também possível a intercepção de conversas telefônicas dos cidadãos que mantêm contato através de “Skype” e redes sociais.
De um modo geral, o documento proposto pelo governo britânico corresponde a diretriz da Comissão Européia sobre a recolha e manutenção de dados relativos a telecomunicações. Esta diretriz foi aprovada ainda em 2006 mas jamais chegou a ser levada a cabo na íntegra por causa dos protestos sociais nos países – membros da União Européia. Os juristas e defensores dos direitos humanos criticam o próprio princípio de vigilância total sobre todos os contatos dos cidadãos, incluindo informações sobre o seu paradeiro num determinado momento. Quanto ao projeto de lei britânico, este chegou a superar, inclusive, as exigências da Comissão Européia. Representantes de praticamente todos os partidos pronunciaram-se contra este documento. Em resultado disso, o primeiro ministro Nick Clegg asseverou que o projeto de lei não será submetido ao exame do parlamento sem ser discutido antes por todo o povo num referendo.
Mas a Comissão Européia intensifica a pressão. O portal de internet “Heise.de”, informa que esta diretriz da Comissão Européia já entrou em vigor na Áustria, provocando manifestações de protesto. De acordo com o jornal alemão “Tageszeitung” depois de muitos anos de resistência acabou por ceder também o parlamento sueco que tinha adotado logo na primeira apresentação uma lei que permite conservar durante meio-ano a partir do dia 1 de maio os dados de telecomunicações. Pode-se afirmar que a maior resistência foi oferecida pela Alemanha. Há poucos dias a Comissão Européia apresentou-lhe o ultimato: a consolidação desta diretriz na legislação nacional ou, dentro de quatro semanas, uma demanda movido no Tribunal de Comunidades Européias e a perspectiva de pagar uma multa de milhões e milhões de euros.
O professor Oleg Barabanov, catedrático da política da Comunidade Européia e do Conselho da Europa do Instituto Estatal de Relações Internacionais de Moscou, acha que esta diretriz da Comissão Européia contraria normas da democracia.
“A diretriz da Comissão Européia enquadra na linha geral de intensificação do controle sobre a vida dos cidadãos no mundo inteiro, - afirma o professor. – O seu motivo básico é a intensificação da luta contra o terrorismo. Esta é uma tendência geral. Mas como é natural ela entra em contradição com a concepção tradicional da democracia e da não intromissão do Estado na vida particular dos cidadãos. Uma vez que agora a situação na União Européia é bastante tensa por causa da crise do euro e do desequilíbrio econômico, as tentativas de levar a cabo ativamente esta diretriz provocam protestos ainda mais enérgicos.
Na recente resolução de um grupo de juristas alemães diz-se que a diretriz da Comissão Européia viola as normas da Convenção Européia sobre os direitos do homem. Além disso, - ressaltam os juristas, - este ato limita os direitos da imprensa. É que os serviços secretos irão rastrear através da internet cada deslocação do jornalista, qualquer informação que ele obtém. Quanto ao efeito real desta diretriz, o Instituto do direito internacional “Max Plank”, da Alemanha, apresentou há pouco um estudo de 270 páginas em que se diz que a conservação de dados pessoais ou renuncia a estes dados praticamente não exercem influência sobre o coeficiente de apuração de diversos crimes. Os interesses dos funcionários da União Européia e dos serviços secretos são evidentes. Pode-se questionar, todavia, se eles correspondem sempre aos interesses dos cidadãos ou não.
Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2012_04_09/vigilancia-conversas-telefonicas-correspondencia-eletronica/

terça-feira, 20 de março de 2012

ECAD: Nós não vamos pagar nada


Saudações povo brasileiro.
Nós somos Anonymous.
Recentemente uma empresa privada, o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD), passou a enviar e-mails de cobrança de multa por violação de direitos autorais, para alguns blogs que postam videos compartilhados pelo youtube.

Segundo a empresa, os blogueiros estariam violando o direito autoral dos artistas ao “retransmitir” conteúdo do youtube, e que por isso deveriam pagar direitos autorais aos proprietários do copyright deste conteúdo.

Esta empresa, que se diz representante da classe artística, é mantida com recursos do Ministério da Cultura, nosso dinheiro. E o que ela não menciona nos e-mails de cobrança é:primeiro: o ECAD não é órgão público e não tem poder algum para multar.

segundo: o ECAD já tem um acordo com o Google que lhe rende um pagamento baseado nos rendimentos do YouTube por ano para que o nosso direito a baixar conteúdo gratuito do Google seja garantido.

terceiro: a internet não é televisão nem rádio, quando você posta um video do Youtube no seu blog, o seu blog não está retransmitindo o video. Está direcionando o link diretamente para o Youtube. Em outras palavras, ainda que o video apareça no seu blog preferido, na verdade você está assistindo o video diretamente do Youtube sem passar pelo blog, o que mostra um total despreparo e desconhecimento, real ou mal disfarçado, do ECAD a respeito do funcionamento da Internet.

quarto: o artista tem, no Youtube, a opção de compartilhar ou não o conteúdo com os demais internautas. Se opta por compartilhar o conteúdo, é simplesmente porque prefere ser conhecido pelo maior número de pessoas do que ficar na mão da indústria fonográfica ou cinematográfica, que tratam o artista como um objeto de consumo, e não como um ser humano talentoso que merece todo o reconhecimento por seu trabalho.

Anonymous não compactua com oportunistas que, além de atacar o nosso direito à informação, o fazem visando o lucro fácil sem oferecer ao artista a possibilidade da emancipação profissional. Uma vez que o ECAD já é remunerado pelo Google para a completa liberação do conteúdo, Anonymous considera a atitude de cobrar duas vezes pelo mesmo conteúdo, um abuso ao consumidor que já pagou devidamente ao ECAD por aquele conteúdo, através do Google.

Sendo assim, convocamos a todos os internautas e blogueiros que se manifestem contra os abusos ECAD e de todos aqueles que tentam, sem cessar, tirar proveito do trabalho, da criatividade e imaginação dos indivíduos. Todos juntos contra os inimigos da livre informação e da livre expressão.
E mandem ao ECAD diarimente e-mails com avisos de cobrança pelo serviço de propaganda que prestam à indústria fonográfica e cinematográfica.

E então, esperemos que o ECAD possa processar a todos nós, para que ainda seja multado pelo Procon por cobrança indevida, conforme o artigo 42 do Código de Defesa do Consumidor.

#MeProcessaECAD

Nós somos anonymous.
Não esquecemos.
Não perdoamos.
Nos aguardem
.

PL QUER PUNIR “TERRORISTAS” E GREVISTAS NA COPA


Foto: Daniel Kfouri

“É a ditadura transitória da FIFA” diz presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-SP, sobre projeto que corre no Senado em paralelo a Lei Geral da Copa
Enquanto as atenções estão voltadas para o projeto de Lei Geral da Copa (2.330/11) que está sendo votado na Câmara nesta terça-feira (28), os senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ), Ana Amélia (PP-RS) e Walter Pinheiro (PTB-BA) correm com outro Projeto de Lei no Senado, conhecido pelos movimentos sociais como “AI-5 da Copa” por, dentre outras coisas, proibir greves durante o período dos jogos e incluir o “terrorismo” no rol de crimes com punições duras e penas altas para quem “provocar terror ou pânico generalizado”.

O PL 728/2011, apresentado no Senado em dezembro de 2011, ainda aguarda voto do relator Álvaro Dias (PSDB-PR) na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado. Se for aprovado, vai criar oito novos tipos penais que não constam do nosso Código Penal como “terrorismo”, “violação de sistema de informática” e “revenda ilegal de ingressos”, determinando penas específicas para eles. Essa lei – transitória – valeria apenas durante os jogos da FIFA.

Na justificativa da proposta, os senadores alegam que a Lei Geral da Copa deixa de fora a tipificação de uma série de delitos, necessária para “garantir a segurança durante os jogos”.

O projeto prevê ainda que quem “cometer crimes contra a integridade da delegação, árbitros, voluntários ou autoridades públicas esportivas com o fim de intimidar ou influenciar o resultado da partida de futebol poderá pegar entre dois e cinco anos de prisão”.

Para quem “violar, bloquear ou dificultar o acesso a páginas da internet, sistema de informática ou banco de dados utilizado pela organização dos eventos” a pena seria de um a quatro anos de prisão, além de multa. E para deixar a aplicação das penas ainda mais eficaz, o projeto prevê a instauração de um “incidente de celeridade processual” (art. 15), um regime de urgência em que a comunicação do delito poderia se dar por mensagem eletrônica ou ligação telefônica e funcionaria também nos finais de semana e feriados.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB de São Paulo Martim Sampaio considera o projeto um “atentado contra o Estado Democrático de Direito”. “É um projeto de lei absurdo que quer sobrepor os interesses de mercado à soberania popular. Uma lei para proteger a FIFA e não os cidadãos e que, além de tudo, abre precedentes para injustiças por suas definições vagas”, diz o advogado.

Para Thiago Hoshino, assessor jurídico da organização de direitos humanos Terra de Direitos e integrante do Comitê Popular da Copa de Curitiba, a questão é ainda mais complicada. Ele acredita que a junção de tantos assuntos em um mesmo projeto é uma tentativa de aprovar leis antigas que endurecem principalmente a legislação penal: “É um bloco perigoso que viola garantias básicas da Constituição. E há sempre o risco de estas leis transitórias se tornarem permanentes. A legislação da Copa é, na verdade, um grande laboratório de inovações jurídicas. Depois o que for proveitoso pode permanecer. É mais fácil tornar uma lei transitória permanente do que criar e aprovar uma nova” explica.

Terrorismo
O que chama a atenção logo de cara no projeto de lei é a tipificação de “terrorismo”, que até hoje não existe no nosso código penal. No PL, ele é definido como “o ato de provocar terror ou pânico generalizado mediante ofensa à integridade física ou privação da liberdade de pessoa, por motivo ideológico, religioso, político ou de preconceito racial, étnico ou xenófobo” com pena de no mínimo 15 e no máximo 30 anos de reclusão. Martim Sampaio diz que este é o artigo mais perigoso por não dar definições exatas sobre o termo: “Da maneira como está na lei, qualquer manifestação, passeata, protesto, ato individual ou coletivo pode ser entendido como terrorismo. Isso é um cheque em branco na mão da FIFA e do Estado”.

Documentos revelados pelo WikiLeaks revelaram a pressão americana para que o Brasil criasse uma lei para o “terrorismo”, principalmente para assegurar os megaeventos. No relatório de Lisa Kubiske, conselheira da Embaixada americana em Brasília, enviado para os EUA em 24 de dezembro de 2010, a diplomata mostra-se preocupada com as declarações de Vera Alvarez, chefe da Coordenação-Geral de Intercâmbio e Cooperação Esportiva do Itamaraty porque a brasileira “admite que terroristas podem atacar o Brasil por conta das Olimpíadas, uma declaração pouco comum de um governo que acredita que não haja terrorismo no País”.

Os banqueiros também pressionam o Estado a criar uma lei antiterrorismo há algum tempo. Também em 2010, a falta de uma legislação específica sobre terrorismo foi o principal foco em um congresso sobre lavagem de dinheiro e financiamento de grupos extremistas organizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em São Paulo. A questão poderia custar ao Brasil a exclusão do Grupo de Ação Financeira Internacional (Gafi), órgão multinacional que atua na prevenção desses crimes.

Greves
O projeto de lei também mira reduzir o direito à greve, prevendo a ampliação dos serviços essenciais à população durante a Copa – como a manutenção de portos e aeroportos, serviços de hotelaria e vigilância – e restringe a legalidade da greve de trabalhadores destes setores, incluindo os que trabalham nas obras da Copa, de três meses antes dos eventos até o fim dos jogos. Se aprovado, os sindicatos que decidirem fazer uma paralisação terão de avisar com 15 dias de antecedência e manter ao menos 70% dos trabalhadores em atividade. O governo ainda estará autorizado a contratar trabalhadores substitutos para manter o atendimento, o que é proibido pela lei 7.283/1989 em vigor no país, que estabelece 72 horas de antecedência para o aviso de greve e não determina um percentual mínimo de empregados em atividade durante as paralisações.

Eli Alves, presidente da Comissão de Direito Trabalhista da OAB-SP, lembra que o direito à greve também é garantido na Constituição Federal e diz que a sensação que fica é a de que “o Brasil está sendo alugado para a FIFA, flexibilizando suas próprias regras para fazer a Copa no país”. Martim Sampaio lembra que as greves foram proibidas durante a ditadura militar: “A gente conquistou este direito com o fim da ditadura, muitas vidas foram perdidas neste processo. Não é possível que agora criemos uma ditadura transitória da FIFA”. E convoca: “O único jeito de não deixar esta lei ser aprovada é por pressão popular. A gente tem bons exemplos de que isso funciona como a da lei da ficha limpa. É preciso conquistar a democracia todos os dias”.
Fonte: apublica.org

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Acabou a desculpa da dor de cabeça

 
Esta deve ser a notícia mais importante dos últimos anos para pelo menos 1/3 das mulheres: os resultados combinados de três ensaios clínicos independentes descobriram que a droga flibanserina, que foi criada originalmente como um antidepressivo, é eficaz no tratamento de mulheres com baixos níveis de libido.
Estes ensaios foram os primeiros em comprovar uma terapia que trabalha a nível do cérebro para aumentar a libido nas mulheres que tinham pouco ou nenhum desejo sexual, disse John M. Thorp Jr., professor distinto de obstetrícia e ginecologia da Escola de Medicina Chapel Hill da Universidade da Carolina do Norte e principal pesquisador nos EUA destes estudos.

- "A flibanserina resultou ser um pobre antidepressivo", disse Thorp. "No entanto, os pesquisadores observaram que a droga aumentou a libido em animais de laboratório e seres humanos. Assim, fizemos vários ensaios clínicos e as mulheres sexualmente hipo-ativas que tomaram a flibanserina reportaram melhorias significativas no desejo sexual e experiências sexuais satisfatórias, algumas delas pela primeira vez".

- "É essencialmente uma droga similar ao Viagra, só que para mulheres que têm baixa libido, o problema sexual mais comum entre as mulheres", disse Thorp.

Os resultados foram divulgados antes de ontem, 16 de novembro, no Congresso da Sociedade Européia de Medicina Sexual em Lyon, França. A apresentação foi feita por Elaine E. Jolly, professora da Universidade de Ottawa, no Canadá.

- "Estes resultados apontam para um enfoque inovador para o tratamento farmacológico do problema sexual que afeta à maioria das mulheres em idade reprodutiva, e com o tempo pode chegar a ser um tratamento efetivo sem os efeitos colaterais da terapia de reposição
hormonal, que é o único tratamento disponível atualmente", disse Thorp.

Agradecei homens de boa vontade. Acabou a dor de cabeça. Uhull!

Leia mais em: Finalmente: Viagra para mulheres! - Metamorfose Digital http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=8585#ixzz1mrHZWTDV

Como é feito o patê

Tem muita gente que não vive sem ele, apesar de nem imaginar como é feito. O patê é elaborado com o descarte de vísceras e de carne de diferentes animais como vaca, porco, patos... Para conseguir a textura, o sabor e a consistência que conhecemos, agregam farinhas, temperos, leite, conservantes, ovos e outros aditivos. Ainda que em geral predomine o sabor de fígado, não é o ingrediente mais abundante na mistura. Dizem que a imagem das máquinas triturando as vísceras nas indústrias de alimento para fazer o patê é algo grotesco.

Crianças trabalham 16 horas ao dia por 70 centavos de dólar para fabricar o iPhone

Para os mac-fags a Apple não é uma empresa, senão uma religião a que seguem como o mais fundamentalista dos religiosos. Não só pelos dispositivos que colocou no mercado, realmente atrativos, senão pela aura que inteligentemente impôs sobre seus produtos, uma inexplicável camada de prestígio e luxo que, segundo parece, vem fartamente incluído no preço que os consumidores pagam quando adquirem um iPod, um iPhone, um iPad ou o que seja.



E talvez seja este brilho um tanto irreal o que oculta de ditas pessoas as condições atrozes em que se fabricam seus queridos aparelhos, as brutais condições trabalhistas que fazem possível o sonho do gadget e da distinção.
Shenzhen, a cidade na China onde é produzida a maior parte destes dispositivos, é, dentro da podridão que rodeia este sistema, o melhor exemplo desta realidade. Ali é onde está a matriz da Foxconn, a companhia que fabrica os iPhones e o iPad para Apple, bem como outros dispositivos para outras empresas. Sua planta trabalhista é de quase 430.000 pessoas, das quais ao menos 5% não atinge o limite de idade legalmente aceita para trabalhar, operários de 14, 13 e inclusive 12 anos trabalham ao lado de outros bem mais velhos, digamos, polindo o cristal dos iPhones.
De acordo com uma destas operárias, a Foxconn não se importa com a idade de quem estão a seu serviço, mas quando uma inspeção oficial se aproxima, a empresa esconde por um tempo àqueles operários que são muito jovens e os substitui por outros com aparência de adultos. A empresa sabe, por suposto, a data em que estas revisões acontecem

Sóbrios e enormes galpões tomados de dezenas de milhares de operários, trabalhando uníssona, monótona e mecanicamente, sem pausas nem distrações, com olhos, mãos, atenção na repetição infinita tarefa atribuída. 8 horas ao dia que se estendem a 12 que se estendem a 16 quando há que fabricar um novo gadget que as multidões impacientes estão ansiosas por possuir; produtos que dificilmente conhecem em sua última forma e cujo funcionamento consideram mágico.

Os sindicatos são proibidos na China. Quem quer que seja surpreendido organizando um, é preso imediatamente e enviado a prisão. Assim mesmo, circula entre as companhias uma "lista negra" com os nomes daqueles trabalhadores chamados de "problemáticos", aqueles que se atrevem a pedir pagamento da hora extra.

Isso sem falar das compensações por acidentes de trabalho: uma prensa prendeu a mão de um operário da Foxconn, e a empresa simplesmente não lhe deu nenhum tipo de subvenção médica e ademais, quando descobriu que tinha perdido o movimento de sua extremidade, simplesmente o despediu. O homem fazia parte da produção de carcaças metálicas para iPad, mas o mesmo acontece com aqueles operários que se tem os membros atrofiados por realizar a mesma tarefa uma e outra vez, 12 horas ao dia, durante anos e anos, ou, como exemplo concreto, aqueles que utilizam hexano para limpar a tela do iPhone, porque esta substância se evapora bem mais rápido que outras, permitindo com que a produção seja mais rápida, sem considerar que o hexano é uma neurotoxina provada que afeta as mãos até provocar um tremor incontrolável.

E, desgraçadamente, a lista de infortúnios poderia continuar. Ou não. Porque não se trata de um problema de fortuna. É sumamente ingênuo pensar que os diretores da Apple, Steve Jobs incluso, não estão ou estiveram a par destas condições em que fabricam seus produtos. Com certeza sempre souberam que dito meio é parte importante de seus ganhos.

No entanto, como bem aponta Henry Blodget em Business Insider, os dividendos da Apple são tão grandes que bem poderia se permitir melhorar as condições trabalhistas dos operários que estão na base de sua riqueza, sem com isso comprometer sua competitividade nem seus ganhos econômicos. Blodget fala inclusive de fabricar iPhones e iPads sob de marco estadunidenses de leis trabalhistas.

A Apple, no entanto, poderia argumentar que este não é problema seu senão de empresas como a Foxconn e do país China que têm seus operários em semelhante condição de escravidão. Mesma desculpa que possivelmente será dada por donos de aparelhos da empresa. Esse é justamente um dos núcleos do problema: que a riqueza da Apple não é sua somente, que existem corporações contíguas que brigam encarniçadamente pelas migalhas que caem desse banquete. Que como a Foxconn há centenas ou milhares de empresas dispostas a realizar os mesmos trabalhos em condições inclusive, se isto for possível, piores que as relatadas agora.

Enquanto isso, aí estão milhares, milhões fascinados em tropel em frente às vitrines dos estabelecimentos que oferecem o novo iPhone, embriagados por esse estranho, incompreensível encantamento que rodeia os produtos da Apple aparentemente irresistíveis. Consumidores autômatos que não descansam até ter em suas mãos o último de seus gadgets -que nunca é realmente o último- e que (na melhor das hipóteses) usam justificativas duvidosas para explicar o porque pagam o triplo do preço por um produto que é fabricado por mão de obra escrava ou porque (na pior) estão pouco se lixando com quem fabrica e querem mesmo é ostentar um produto caro comprado a prestação sob a influência do campo de distorção da realidade do Senhor Supremo das Maçãs. Em nome do iPad, do iPhone e do iPod Touch... Applem!!!

Leia mais em: Crianças trabalham 16 horas ao dia por 70 centavos de dólar para fabricar o iPhone - Metamorfose Digitalhttp://www.mdig.com.br/index.php?itemid=22907#ixzz1mr3KnT4S

Se soubesse como é feito será que você comeria



A maioria das pessoas prefere não saber como são elaborados certos alimentos. Se você não fizer parte deste grupo, continue lendo pois vai se inteirar com quais ingredientes se faz alguns produtos que comemos no nosso dia a dia. Possivelmente alguns deixem de apreciar estes alimentos ao chegar ao final do post.
1º - Gelatina
Se existe um produto inofensivo, este
certamente é a gelatina. É um alimento livre de colesterol, sem conservantes e nem aditivos. Os médicos recomendam o consumo para prevenir osteoporose e artrose, dentre outros benefícios. No entanto, sob seu aspecto inocente e tremelicante oculta-se um "monstro". A gelatina é formada por 90% de proteínas do tipo colágeno. Qual é a matéria prima do colágeno? Recortes de couro do gato sem curtir e partes frescas da cabeça e restos de ossos, cujas gorduras são retiradas, sem triturar, 24h antes do sacrifício do animal, para serem transformadas em osseína. Depois de lavá-los várias vezes com ácidos, o couro e a osseína são expostos a uma solução de cal, entre 5 a 10 semanas. A substância extraída é depois esterilizada a 145 graus Celsius e rapidamente esfriada para solidificar. Depois de um processo para virar pó, ela está lá na  sua cozinha, alimento seus filhos e sua família, bom apetite.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Aprovação da Lei da Ficha Limpa

Ophir acredita que a Ficha Limpa é um passo importante para a ética na política brasileira. A lei entrará em vigor nas eleições municipais deste ano


O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, comemorou a decisão favorável do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a Lei da Ficha Limpa, que entrará em vigor nas eleições deste ano. ”Não vamos acabar com todos os males da política brasileira, entretanto, a lei será um passo e aqueles carreiristas que querem fazer de seus mandatos uma extensão de seus interesses privados, vão pensar duas vezes, pois a punição será muito grande”, disse.


No entendimento do presidente da OAB, a decisão da Suprema Corte inicia o processo de reforma política no país. “O próximo passo agora será o Supremo Tribunal Federal acabar com o financiamento privado das campanhas eleitorais”.
Por 7 votos a 4, o STF decidiu, ontem, que a Lei da Ficha Limpa é constitucional, ao instituir novas causas de inelegibilidade destinadas a “proteger a probidade administrativa e a moralidade para o exercício do mandato, considerada a vida pregressa do candidato”.
A diretora da Secretaria Executiva do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Jovita Rosa, também considera a decisão do Supremo como uma vitória para a sociedade. “A nossa forma de proposição deu certo e isso significa que quando a sociedade se mobiliza, ela consegue modificar uma realidade”.
Segundo ela, o movimento está escrevendo um projeto de lei de iniciativa popular para a reforma política. “Já estamos recolhendo as assinaturas. Vemos que pessoas usam o voto do eleitor e quando chegam [ao poder], defendem quem financiou suas campanhas”.
Os procuradores da República também se manifestaram a favor da decisão do STF. A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), disse em nota, que a vitória da Lei da Ficha Limpa é a comprovação de que o Brasil é, de fato, um Estado Democrático de Direito e que um país sem corrupção é possível.
Para o presidente da ANPR, Alexandre Camanho, o Supremo atendeu às demandas da sociedade e demonstrou que o Poder Judiciário está largamente em consonância com a proposta de um país honesto, que repudia governantes corruptos e políticos incapazes de gerir o patrimônio público.
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Arnaldo Versiani disse que a aprovação da Lei da Ficha Limpa pelo Supremo Tribunal Federal poderá influenciar os partidos políticos a fazer uma seleção mais “criteriosa” de seus candidatos.

Para o advogado e ex-ministro do TSE José Eduardo Alckmin, as legendas deveriam ter mais “cautela” na escolha dos candidatos.
“Certamente aqueles que estiverem sob a influência da lei, com registros ameaçados, certamente os partidos em relação a eles terão mais cuidado. A tendência com essa decisão seria ter mais cautela na escolha dos candidatos”, disse.

Dom Orani: Igreja está junto com a sociedade na Lei da Ficha Limpa

Imediatamente depois de o ministro Ayres Britto proferir o sexto voto favorável à constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa, formando-se assim a maioria necessária para que todos os novos casos de inelegibilidade previstos na lei complementar aprovada pelo Congresso e sancionada em 2010 passem a ser aplicados já nas eleições municipais de outubro, houve uma grande comemoração feita não apenas por parlamentares do Congresso Nacional, mas também pelo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta.
Para o religioso, a aprovação da Ficha Limpa é uma conquista da população. Não apenas pelo fato da iniciativa ter partido da própria sociedade civil que enviou ao Congresso Nacional um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (PL), mas também pelos benefícios que deve trazer a todos: “A Lei da Ficha Limpa é uma decisão coletiva, e a Igreja está junto com a sociedade. Essa aprovação é uma perspectiva que se abre não só para a sociedade olhar para um futuro melhor na política, como também e é uma forma de a política caminhar cada vez melhor dentro da ética”.

Para Dom Orani, a aprovação da Ficha Limpa é uma conquista da populaçãoA Campanha Ficha Limpa foi lançada em abril de 2008, na Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, e desde então foi abraçada pelo brasileiros, conseguindo alcançar a marca de mais de um milhão de assinaturas.
Ainda no plenário do Senado Federal, o senador Pedro Simon (PMDB-RS), fez festa e classificou a decisão como “uma grande vitória contra a corrupção”. “Foi uma medida sensacional. É o início de uma nova era, que põe um ponto final na impunidade. É muito bom ter tudo isto já nas eleições deste ano”, destacou.
A medida parece ter se transformado num efeito dominó contra ilicitudes, já que o ministro-chefe da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, está elaborando um projeto de decreto para exigir Ficha Limpa também para funcionários do Poder Executivo.”Se a presidente Dilma Rousseff adotar a proposta da CGU, teremos então uma das decisões mais importantes da história do país. Na minha opinião, Dilma vai abraçar a medida, afinal, desde que assumiu a presidência não esconde nada para debaixo do tapete”, sentenciou Simon.

OAB
No Rio, Ordem dos Advogados do Brasil também se manifestou sobre a aplicação da Lei da Ficha Limpa nas eleições municipais de outubro próximo, que “vai ajudar na depuração dos costumes políticos no Brasil”. A afirmação é do presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, ao comentar a decisão tomada pela maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Damous lembrou, no entanto, que a Lei não pode servir de perseguição a adversários políticos: “Queremos”, disse, “de fato, moralizar a política brasileira, mas não a custa de perseguição a adversários. Por isso, a Lei da Ficha Limpa põe sobre os ombros do Poder Judiciário uma grande responsabilidade nesse sentido”.
Fonte: Correio Brasiliense